A revista Veja de 11 de fevereiro, em sua matéria de capa, sobre os 200 anos do nascimento de Darwin traz um roteiro do caminho percorrido pelo naturalista, iniciado em dezembro de 1831 na Inglaterra, passando pela América do Sul, até atingir as Ilhas Galápagos em 1835.
Em sua passagem pelo Brasil, cidade de Salvador, em 04 de março de 1832 temos um relato cômico, feito pelo próprio Darwin:
“Este é o primeiro dia do Carnaval , mas Wickham, Sullivan e eu, nada destemidos, estávamos determinados a encarar seus perigos. Esses perigos consistem em sermos alvejados sem misericórdia por bolas de cera cheias de água, saindo encharcados por grandes seringas de lata. Achamos muito difícil manter a nossa dignidade enquanto caminhávamos nas ruas”.
Pasmem! Difícil manter a dignidade no carnaval de 1832 em Salvador!
Bolas de cera, cheias de água e seringas de lata!
Prezado Darwin,
Venha participar do carnaval de Salvador, hoje, 2009, século XXI.
Venha constatar com seus próprios olhos como nós “evoluímos”!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Os macacos não mereciam isto, Darwin!
Você já foi um protozoário (uma ameba qualquer) que foi evoluindo até se tornar um ser humano. Agora estacionamos. Segundo o cientista britânico Steve Jones, chegamos ao teto evolucionário de nossa espécie: racionalização, claro! Não explicou porque os macacos pararam também.
Darwin teorizou que o mundo é dos mais fortes, na verdade dos que melhor se adaptam ao ambiente em que vivem. Esta premissa básica deu margem para a criação da teoria da evolução. Os seres vivos que melhor se adaptaram conseguiram perpetuar sua espécie através de bilhões de anos – sabe-se lá como.
Quando assisto documentários sobre animais, acho engraçado como a evolução é oferecida como resposta para tudo. Por exemplo, uma determinada espécie de rã é venenosa graças a centenas de milhões de anos de evolução. Imagino que algumas cobras não venenosas deveriam logo produzir peçonha porque, certamente, estão há milhares de anos das cascavéis. Minha pergunta é: “Quem ou o que faz com que alguns animais desenvolvam mecanismos de proteção e outros não?” Deixe-me ser mais claro. Como é que um inseto ou mesmo uma bactéria tem inteligência, o suficiente, para desenvolver tais mecanismos? Instinto de sobrevivência?
Imagine um mosquito cheio de instinto de sobrevivência argumentando com os vírus que carrega em seu frágil corpinho que seria melhor poupar-lhe a vida uma vez que o levaria para um hospedeiro mais interessante. Que idiotice!
Aliás, idiotice é conosco! Bilhões de anos não nos afastaram da mentalidade de ameba. Somos, nada mais, nada menos, do que um parasita alojado no intestino de nosso planeta. A sanha de consumir os recursos naturais da terra faz da gente o verdadeiro câncer deste mundo. Óbvio? Nem tanto. Assim escreveu Bram Stoker: “A civilização se confunde com sifilização”; e eu diria: “Vida se confunde com SIDA”. O que nos diria o solidário esquistossomo? “Nosso prazer nos mata!”
Homens evoluídos costumam nos presentear com “pérolas” como esta da Veja da semana passada tentando explicar que teoria científica não é a teoria que pobres mortais imaginam: “Nesse caso, a teoria é uma síntese de um vasto campo de conhecimentos formado por hipóteses que foram testadas e comprovadas por leis e fatos científicos. Ou seja, uma linha de raciocínio confirmada por evidências e experimentos”. Que evidências?
Alguém já confirmou a evolução de alguma espécie simples numa complexa em laboratório?
O Big Bang foi testado, reproduzido em provetas? Em que planeta? Teoria para leigos não é teoria para cientistas? A evolução é uma questão de semântica?
Outra pérola é da Revista Superinteressante num infográfico que tentava ilustrar a evolução da evolução: "Molécula Mãe: Há uns 4 bilhões de anos eram moléculas que aprenderam a fazer cópias de si mesmas". Aprenderam, caras pálidas? Isto é ridículo! A não ser que alguém as tenha "ensinado"...
Não sei como alguém tem coragem de escrever algo assim e ainda tem a arrogância de afirmar que quem acredita no Deus Criador seja um celerado mental.
É por estas e outras que a Bíblia afirma com muito acerto: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (I Cor. 1.25). A loucura de Deus, segundo a Bíblia, é o Evangelho. Uma mensagem de amor e perdão para os que querem ser amados e perdoados. Todos querem ser amados, mas perdoados... “Perdoados de quê?”, protestam. Perdoados, principalmente, da idiotice de acreditar nesta religião cujo profeta é Darwin e cujos pregadores são um bando de chimpanzés.
Com todo respeito aos macacos.
Texto de Edmar Xavier de Souza
Rio De Janeiro - RJ
Site Revista Ultimato
Darwin teorizou que o mundo é dos mais fortes, na verdade dos que melhor se adaptam ao ambiente em que vivem. Esta premissa básica deu margem para a criação da teoria da evolução. Os seres vivos que melhor se adaptaram conseguiram perpetuar sua espécie através de bilhões de anos – sabe-se lá como.
Quando assisto documentários sobre animais, acho engraçado como a evolução é oferecida como resposta para tudo. Por exemplo, uma determinada espécie de rã é venenosa graças a centenas de milhões de anos de evolução. Imagino que algumas cobras não venenosas deveriam logo produzir peçonha porque, certamente, estão há milhares de anos das cascavéis. Minha pergunta é: “Quem ou o que faz com que alguns animais desenvolvam mecanismos de proteção e outros não?” Deixe-me ser mais claro. Como é que um inseto ou mesmo uma bactéria tem inteligência, o suficiente, para desenvolver tais mecanismos? Instinto de sobrevivência?
Imagine um mosquito cheio de instinto de sobrevivência argumentando com os vírus que carrega em seu frágil corpinho que seria melhor poupar-lhe a vida uma vez que o levaria para um hospedeiro mais interessante. Que idiotice!
Aliás, idiotice é conosco! Bilhões de anos não nos afastaram da mentalidade de ameba. Somos, nada mais, nada menos, do que um parasita alojado no intestino de nosso planeta. A sanha de consumir os recursos naturais da terra faz da gente o verdadeiro câncer deste mundo. Óbvio? Nem tanto. Assim escreveu Bram Stoker: “A civilização se confunde com sifilização”; e eu diria: “Vida se confunde com SIDA”. O que nos diria o solidário esquistossomo? “Nosso prazer nos mata!”
Homens evoluídos costumam nos presentear com “pérolas” como esta da Veja da semana passada tentando explicar que teoria científica não é a teoria que pobres mortais imaginam: “Nesse caso, a teoria é uma síntese de um vasto campo de conhecimentos formado por hipóteses que foram testadas e comprovadas por leis e fatos científicos. Ou seja, uma linha de raciocínio confirmada por evidências e experimentos”. Que evidências?
Alguém já confirmou a evolução de alguma espécie simples numa complexa em laboratório?
O Big Bang foi testado, reproduzido em provetas? Em que planeta? Teoria para leigos não é teoria para cientistas? A evolução é uma questão de semântica?
Outra pérola é da Revista Superinteressante num infográfico que tentava ilustrar a evolução da evolução: "Molécula Mãe: Há uns 4 bilhões de anos eram moléculas que aprenderam a fazer cópias de si mesmas". Aprenderam, caras pálidas? Isto é ridículo! A não ser que alguém as tenha "ensinado"...
Não sei como alguém tem coragem de escrever algo assim e ainda tem a arrogância de afirmar que quem acredita no Deus Criador seja um celerado mental.
É por estas e outras que a Bíblia afirma com muito acerto: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (I Cor. 1.25). A loucura de Deus, segundo a Bíblia, é o Evangelho. Uma mensagem de amor e perdão para os que querem ser amados e perdoados. Todos querem ser amados, mas perdoados... “Perdoados de quê?”, protestam. Perdoados, principalmente, da idiotice de acreditar nesta religião cujo profeta é Darwin e cujos pregadores são um bando de chimpanzés.
Com todo respeito aos macacos.
Texto de Edmar Xavier de Souza
Rio De Janeiro - RJ
Site Revista Ultimato
O paradoxo do tempo
“Hoje temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais…
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo.
Lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável.
E pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar”
Fonte: Radio Jovem Pan
Enviado por MP Butantã
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais…
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo.
Lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável.
E pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar”
Fonte: Radio Jovem Pan
Enviado por MP Butantã
Crise mundial
Texto de Mentor Muniz Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, agência de propaganda, sobre a crise mundial.
“Vou fazer um slideshow para você. Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de fotos. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar…
Se quiser, repasse, se não, o que importa?“O nosso almoço tá garantido mesmo…”
Texto enviado por Ricardo Rubio
“Vou fazer um slideshow para você. Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de fotos. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar…
Se quiser, repasse, se não, o que importa?“O nosso almoço tá garantido mesmo…”
Texto enviado por Ricardo Rubio
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Caminho das Índias
“Tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-lhes o coração insensato” - Romanos 1:21.
A estréia da novela Caminho das Índias tem despertado polêmicas, principalmente na troca de emails na Internet.
Paulo e Valdeti Campos, missionários na Índia, pela Junta Menonita de Missões Internacionais alertam para a diferença entre o país mostrado na novela e o verdadeiro país mergulhado em trevas, com seus milhões de deuses:
“Não para nossa surpresa descobrimos que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras. Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração do seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas”.
A Globo, com suas novelas, é uma das grandes responsáveis pelo “apodrecimento” do conceito de família no Brasil. Um dos pontos mais nítidos: casamento, família, relacionamento familiar marido e mulher, pais e filhos são detonados durante um ano inteiro na novela, mas no último capítulo ouvimos o quê…? A marcha nupcial… O último capítulo é reservado ao casamento na igreja, véu e grinalda, etc…, etc… E, muitas vezes, são casamentos coletivos. Pura zombaria de quem tem o poder da mídia na mão e audiência garantida!
Quem é mais “antigo” lembra que assim nos filmes como nas novelas, “mocinho” era “mocinho”, “bandido era bandido”. Uma época mais ingênua. Os personagens principais, com o tempo foram perdendo qualquer tom de moralidade, fidelidade, compromisso, etc…. Hoje, transitam do amoral para o imoral. O herói de hoje trai, tem amantes, se orgulha de ser infiel. É por ele que grande parte dos cristãos é levado, consciente ou inconscientemente, a “torcer” “religiosamente” das 21 às 22 h, seis dias por semana.
As novelas das 6, consideradas “novelas de época” já pregaram abertamente o espiritismo e a reencarnação: “Estrela guia”, “Um anjo que caiu do ceu”, etc… . Em uma delas havia um médium que explicava detalhadamente toda a doutrina espírita. Um verdadeiro “púlpito”. O telespectador, sem querer ou ter autorizado, transformava sua sala em centro espírita, participando da “sessão”.
É o que vai acontecer agora, novamente. Essa nova novela é coerente com o compromisso da Globo com a feitiçaria, satanismo e nova era, pregada do seu “púlpito” nos últimos anos.
Infelizmente, incoerentes muitas vezes, somos nós, os cristãos, pois televisão vive de audiência, “ibope”. Se, parte dos milhões de cristãos brasileiros deixasse de engrossar seus índices de audiência já seria um grande avanço.
A estréia da novela Caminho das Índias tem despertado polêmicas, principalmente na troca de emails na Internet.
Paulo e Valdeti Campos, missionários na Índia, pela Junta Menonita de Missões Internacionais alertam para a diferença entre o país mostrado na novela e o verdadeiro país mergulhado em trevas, com seus milhões de deuses:
“Não para nossa surpresa descobrimos que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras. Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração do seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas”.
A Globo, com suas novelas, é uma das grandes responsáveis pelo “apodrecimento” do conceito de família no Brasil. Um dos pontos mais nítidos: casamento, família, relacionamento familiar marido e mulher, pais e filhos são detonados durante um ano inteiro na novela, mas no último capítulo ouvimos o quê…? A marcha nupcial… O último capítulo é reservado ao casamento na igreja, véu e grinalda, etc…, etc… E, muitas vezes, são casamentos coletivos. Pura zombaria de quem tem o poder da mídia na mão e audiência garantida!
Quem é mais “antigo” lembra que assim nos filmes como nas novelas, “mocinho” era “mocinho”, “bandido era bandido”. Uma época mais ingênua. Os personagens principais, com o tempo foram perdendo qualquer tom de moralidade, fidelidade, compromisso, etc…. Hoje, transitam do amoral para o imoral. O herói de hoje trai, tem amantes, se orgulha de ser infiel. É por ele que grande parte dos cristãos é levado, consciente ou inconscientemente, a “torcer” “religiosamente” das 21 às 22 h, seis dias por semana.
As novelas das 6, consideradas “novelas de época” já pregaram abertamente o espiritismo e a reencarnação: “Estrela guia”, “Um anjo que caiu do ceu”, etc… . Em uma delas havia um médium que explicava detalhadamente toda a doutrina espírita. Um verdadeiro “púlpito”. O telespectador, sem querer ou ter autorizado, transformava sua sala em centro espírita, participando da “sessão”.
É o que vai acontecer agora, novamente. Essa nova novela é coerente com o compromisso da Globo com a feitiçaria, satanismo e nova era, pregada do seu “púlpito” nos últimos anos.
Infelizmente, incoerentes muitas vezes, somos nós, os cristãos, pois televisão vive de audiência, “ibope”. Se, parte dos milhões de cristãos brasileiros deixasse de engrossar seus índices de audiência já seria um grande avanço.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Os "brutos" também pensam
Reprodução da Coluna do jornalista André Petry, na Revista Veja, Edição nr. 2098 de 04 de fevereiro de 2009 e a carta escrita pelo Pr. Joubert de Oliveira Sobrinho à Editora Abril.
Vale a pena ler na íntegra.
Lembra-te de Darwin
"É inaceitável dar criacionismo em aula de biologia. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência.".
É assustador que, às vésperas do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, escolas brasileiras estejam ensinando criacionismo nas aulas de ciências. Já se sabia que as escolas adventistas fazem isso. A novidade é que o negócio está se propagando. Em instituições tradicionais de São Paulo, como o Mackenzie, inventou-se até um método próprio para o ensino. "Antes, usávamos o material que havia disponível no mercado", explica um dos diretores da escola, Francisco Solano Portela Neto.O criacionismo é ensinado como ciência da pré-escola à 4ª série.
Não há problema em que o criacionismo seja dado nas aulas de religião, mas ensiná-lo em aulas de ciências é deseducador. Criacionismo é a explicação bíblica para a origem da vida. Diz que Deus criou tudo: o homem, a mulher, os animais, as plantas, há 6 000 anos. Quem estuda religião precisa saber disso. É uma fábula encantadora, mas não é ciência. É inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Em biologia, vale o evolucionismo de Darwin, segundo o qual todos viemos de um ancestral comum, há bilhões de anos, e chegamos até aqui porque passamos no teste da seleção natural. É a melhor (e por acaso a mais bela) explicação que a ciência encontrou sobre a aventura humana na Terra.
Quem contrabandeia o criacionismo para as aulas de biologia diz que, em respeito à "liberdade de pensamento", está "mostrando os dois lados" aos alunos. Afinal, são escolas religiosas, confessionais, e os pais podem ter escolhido matricular seus filhos ali exatamente porque o criacionismo é visto como ciência. Pode ser, errar é livre, mas que embrutece não há dúvida. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência. É desnecessário. Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico? Também é cascata, porque, fosse verdade, a turma estaria ensinando numerologia em matemática. Ensinaria alquimia em química, dizendo, em nome da "liberdade de pensamento", que é possível transformar zinco em ouro e encontrar o elixir da longa vida...
Há pouco, na Inglaterra, um reverendo anglicano defendeu o estudo do criacionismo na educação básica. Era diretor de educação da Royal Society. Queria colocar Deus no laboratório da escola. Cortaram-lhe o pescoço. A Suprema Corte americana já examinou o assunto. Mandou o criacionismo de volta às aulas de religião. No Brasil, terra do paradoxo, o atraso avança.
Darwin foi um gênio. Em seu tempo, não se sabia como as características hereditárias eram transmitidas de pai para filho. Nem que a Terra tem 4,5 bilhões de anos e que os continentes flutuam sobre o magma. No entanto, a teoria da evolução se encaixa à perfeição nas descobertas da genética, da datação radioativa, da geologia moderna. Só um cérebro poderosamente equipado, conjugado com muito estudo, pode ir tão longe.
Confundido com criacionismo, Darwin parece um macaco tolo. É assustador.
André Petry
Revista Veja
Ao Diretor de Redação de VEJA
Caro André Petry,
Em relação ao seu artigo Lembra-te de Darwin escrevo na tentativa de aliviá-lo do susto.
Os “brutos” também pensam
Por trás de seus argumentos está a idéia de que fé e conhecimento são antagônicos; de que a Ciência trata das evidências e a fé da falta de evidências. Fé não significa falta de evidências. Mesmo assim, a concepção Naturalista apresenta o Darwinismo como verdade sendo que ela é apenas uma teoria, a teoria da Evolução.
Teoria se define como conhecimento especulativo, racional, hipótese, conjectura, justamente por não se possuir provas. Ou que certeza temos da estrutura dos organismos iniciais, da composição dos oceanos primitivos, das condições atmosféricas ou dos mecanismos da evolução? Não existem provas, mas sim hipóteses.
O que é uma hipótese? É o conjunto de condições que se supõe serem verdadeiras e que são tomadas como ponto de partida para deduções; em ciências experimentais, é a explicação plausível dos fatos, provisoriamente adotada, com o principal objetivo de submetê-la à verificação metódica através da experiência; por fim hipótese é a teoria provável mas não demonstrada.
Você não se assusta com o fato, ou melhor, com o crime, de uma teoria ser ensinada como verdade absoluta nas escolas, sendo que nos meandros científicos, há mais de 25 anos não mais se aceita que o homem tenha vindo do macaco?
Deveria se assustar, pois a Revista NewScientist acaba de lançar sua edição com o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life.
Nela está um artigo e um editorial explicando que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva.
Caso interesse
- Artigo:http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
- Editorial:http://www.newscientist.com/article/mg20126923.000-editorial-uprooting-darwins-tree.html
Você diz ser inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Você já se deu conta de que todo livro de Biologia começa criacionista? Afinal qual é a primeira Lei da Biogênese? Vida gera vida. A teoria da evolução vai contra essa Lei afirmando que a Não-vida gerou vida! E você não se assusta?
De dentro do vale da generalização e do preconceito se diz que o criacionismo é religião e não ciência. Este pensamento é tão errado quanto afirmar que a Teoria da Evolução é comprovada. O Criacionismo é Ciência sim, basta ver as divisões do estudo do Design Inteligente, de onde vem o estudo do Criacionismo, que contem o Criacionismo Especial e, neste, o Criacionismo Bíblico. Convém lembrar que a teoria do Design Inteligente (1802) foi apresentada 50 anos antes dos estudos de Darwin, com William S. Palley e sua proposta extremamente racional do relógio e o relojoeiro. Darwin leu seus livros e o elogiou dizendo ser uma das melhores partes de sua formação acadêmica.
O Dr. Michael Denton, Biólogo Molecular em sua obra Evolution: A Theory In Crisis, fez esta afirmativa em resposta à idéia de que o criacionismo é coisa religiosa: “Pelo contrário, a inferência do planejamento (teoria da criação) é uma indução puramente a posteriori baseada numa aplicação inexoravelmente consistente da lógica e da analogia. A conclusão pode ter implicações religiosas, mas não depende de pressuposições religiosas”.
Ou seja, aceitar que existe um criador é um ato racional, análise de Causa Primária, é Ciência. Agora, aceitar quem é o criador é um ato de fé. Aqui está a Pressuposição Religiosa, a Religião. A Teoria da Criação Especial apresenta propostas passíveis de observações, lógica, leis e testes científicos e, é isto que configura uma teoria séria.
Aliás, o Professor Adauto Lourenço, um respeitável cientista cristão que ama e respeita a Bíblia e trabalha e dignifica a Ciência concluiu: “A Ciência devidamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada nunca entrarão em contradição”
Com muita facilidade se despreza as grandes contribuições benéficas que a Bíblia trouxe aos que estiveram e estão sob sua influência desde há milênios.
Permita-me listar algumas. Espero que se assuste.
A ciência descobriu a pouquíssimo tempo que microorganismos causam infecções e doenças. No entanto, sem ser científica, na Bíblia, as orientações sanitárias na Lei de Moisés (orientadas por Deus) eram perfeitas para evitar epidemias e pragas entre o povo de Israel, coisa que não acontecia em outras culturas.
Até a primeira guerra mundial, dez vezes mais soldados morriam de doenças infecciosas do que de ferimentos de guerra, devido à ausência de higiene no trato com seus dejetos. No entanto, fazia parte do instrumental de cada soldado judeu, além das armas, uma pá com a qual deveria cobrir seus dejetos após defecar (Dt 23.13). Ora, Moisés foi orientado no Egito. Os egípcios acreditavam, então, que as feridas poderiam ser curadas esfregando-as com esterco de camelo. De onde veio a informação de que enterrar dejetos era mais higiênico?
Quando a peste negra atacou a Europa e quando a lepra se espalhou, os judeus eram condenados pelos simples fato de que estas pragas não estavam se alastrando em seus guetos. Por quê? Porque não tinham esgotos correndo por suas ruas como em Paris, cujo destino era o Sena onde as pessoas, além de se banharem, bebiam de suas águas.
"Recentemente" a inflexibilidade e ignorância bíblica da instituição religiosa vigente quase matou Galileu e muitos outros por afirmarem, entre outras coisas, que a terra era redonda, etc. Porém, há 700 anos a.C., o profeta Isaías (40.22) afirmava que: "Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra". No hebraico, a palavra traduzida por globo é círculo, circuito, redondeza.
Vemos o conhecimento bíblico à frente da ciência moderna em detalhes que convém considerar. No livro de Jó, alguns o consideram o livro bíblico mais antigo, nos informa que a Terra está suspensa no espaço e, no verso seguinte, fornece uma descrição da evaporação, 26.7,8.
Uma das novidades da ciência moderna foi constatar através da segunda lei da termodinâmica, que a matéria da qual o universo é feito está decaindo e que este, portanto, não é eterno. Isso não é novidade no conteúdo bíblico há milênios. No Salmo 102.25 e 26 somos informados que o universo criado por Deus irá envelhecer como uma roupa velha. Isaías 34.4 diz que o “exército do céu se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá”. Não é interessante? Ou seria assustador?
Que dizer da ordem divina de circuncidar a criança no oitavo dia? Somente um rito religioso? A ciência constatou que o fator de coagulação do sangue atinge seu ponto máximo no oitavo dia após o nascimento, depois cai novamente. Ainda que caísse num sábado a circuncisão deveria ser feita! Como conseqüência, não havia hemorragia nas crianças. O desdobramento disso? Baixa taxa de câncer cervical entre mulheres judias devido à circuncisão de seus maridos!
Em muitos hospitais da Europa, no começo do século XX, os médicos saíam da sala de autópsia e, sem lavar as mãos, iam fazer partos. As taxas de mortalidade entre mães parturientes e recém-nascidos era altíssima. Joseph Lister, que deu continuidade ao trabalho de Pasteur, levou seu departamento a lavar as mãos antes de cada procedimento médico. Resultado? Uma dramática redução na taxa de mortalidade. Ele se tornou o fundador da cirurgia anti-séptica. De onde ele tirou esta informação? Como médico cristão, resolveu aplicar os conhecimentos adquiridos na Bíblia! Neste caso a ciência levou os louros.
Nada mencionarei do caráter profético da Bíblia, inexplicável pela ciência, (centenas de profecias cumpridas ao longo da história a respeito de pessoas, cidades, povos e nações), cuja característica não se encontra em nenhum outro escrito religioso.
Neste aspecto, basta mencionar Peter Stoner, professor emérito de ciências da Faculdade de Westmont, que trabalhou com seiscentos estudantes para cálculo de probabilidade matemática de apenas oito profecias do AT serem cumpridas em qualquer pessoa da atualidade. Resultado obtido: 1 em 1017.
Para ter-se a idéia do cálculo, Lee Strobel imaginou toda a terra seca do mundo coberta com ladrilhos brancos e quadrados de 3,81 cm de lado, havendo apenas um ladrilho pintado de vermelho na parte inferior. Uma pessoa deveria perambular pelo mundo durante toda a vida pelos continentes. Ser-lhe-ia permitido abaixar uma única vez e apanhar um único ladrilho. Qual seria a probabilidade do ladrilho escolhido ser aquele cuja base estava pintada? A mesma de oito profecias do AT serem cumpridas por qualquer pessoa em toda a história. É uma análise bem científica, não acha?
Para quarenta e oito profecias do AT, o resultado foi 1 em 10157, o mesmo que localizar um átomo em um trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de bilhão de universos.
Que benefício a ciência tem oferecido em relação à morte? Não digo em relação à extensão de vida, mas à morte mesmo. Estudiosos dizem que em breve poderão prolongar a vida até 120 anos devido às conquistas da ciência. Ora, em Gênesis 6.3, Deus pôs um limite à vida humana: 120 anos. Quem falou primeiro?
Estupefato você pergunta: Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico?
Espero ajudá-lo a se livrar deste assombro listando abaixo alguns, segundo o seu critério, “embrutecidos” por confundir crença e superstição com razão e ciência.
Comecemos com as escolas “embrutecedoras”: Universidades de Harvard, Princeton, Yale, Cambridge, Oxford e a de hoje, Mackenzie. Todas estas começaram como centro de estudos teológicos. Fundamentavam todo o conhecimento no estudo da Bíblia.
Agora vamos aos “embrutecidos” pela mistura venenosa à qual se referiu:
· Johannes Kepler (1571-1630) – Responsável por descobrir as leis de movimento planetário (Três Leis de Kepler). Este “bruto” disse: “O mundo da natureza, o mundo do homem, o mundo de Deus: todos eles se encaixam... (Deus) o Criador trouxe à existência todas as coisas do nada.”
· Sir Isaac Newton (1643-1727) – Esse bruto, monstro da Matemática, Física, Óptica, Astronomia, Fundador da Mecânica Clássica teve o “desplante” de aceitar a Bíblia como autoridade em todos os assuntos! Aos 27 anos este evangélico protestante inglês dedicou grande parte de seu tempo ao estudo da Teologia reformada.
· Leonhard Euler (1707-1783) – O mais prolífico matemático de todos os tempos, responsável por um terço de tudo que foi publicado na área de ciências exatas em sua época, era uma evangélico protestante suíço. Tão “embrutecido” foi que até hoje aterroriza a juventude com Cálculo Diferencial e de Variação, Funções, Teoria Numérica, Logaritmo, etc. Talvez tudo isto tenha sido fruto de misturar fé com razão... Afinal aceitava a Bíblia como única verdade absoluta! Dizia que a estrutura do Universo é perfeita em razão de um sábio Criador.
· James Clark Maxwell (1831-1879) – Outro rude evangélico protestante escocês que abalou o mundo ao publicar os fundamentos do Eletromagnetismo Clássico; As quatro equações de Maxwell, Teoria Cinética dos Gases. Responsável pela tecnologia da eletricidade e magnetismo e seu desenvolvimento atual. Como ele pode concluir e contribuir com a Ciência se estava “intoxicado” a ponto de escrever sobre a infalibilidade e inerrância da Bíblia?
· James Prescott, Joule (1818-1889) – Este deve ter sido um evangélico protestante inglês muito “grosseiro”. Ele é o Fundador da Termodinâmica, Lei de Joule, etc. Calculou a velocidade das moléculas de gás, estabeleceu o princípio da conservação de energia, Efeito Joule-Thomson, etc. Em seu livro Termodinâmica ele, em provável “desatino”, escreveu: “O próximo passo pós o conhecimento e a obediência à vontade de Deus, deve ser conhecer algo sobre seus atributos de sabedoria, poder e bondade manifesto nas obras de suas mãos”. Inclusive as primeiras Leis da Termodinâmica também contrariam a teoria da evolução!
· Wernher Von Braun (1912-1977) – Ph.D. em Ciência Aeronáutica, evangélico luterano, chamado de o pai dos foguetes, desenvolvedor do projeto Apollo, disse , provavelmente “embrutecido” pela mistura fé e Ciência: “Ao contemplar os vastos mistérios do universo, temos apenas a confirmação de nossa fé na certeza do Criador. Acho difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo, tanto quanto seria difícil compreender um teólogo que negasse os fatos da ciência”.
Esse é o tipo de cientista, gente “embrutecida”, que vai sair das escolas que ousam ensinar a ciência do criacionismo!
Se Darwin foi um gênio e os senhores acima mencionados, segundo o seu critério, foram embrutecidos pela confusão da crença e superstição misturada com a razão e a ciência, de duas, uma: ou vamos evoluir até chegarmos a macacos ou vamos concluir que os “brutos” também pensam.
Joubert de Oliveira Sobrinho
Bacharel em Publicidade e Propaganda
Mestrando em Educação Cristã
Pós-graduando em Fundamentos Cristãos da Educação - Mackenzie.
Mais uma reflexão em resposta ao artigo "Lembra-te de Darwin" postada no Pavablog:
André,
Lembra-te de dar fim!
Lembra-te de dar fim nessa bobagem!
Você sabe o que são bilhões de anos?
Temos num estacionamento, aqui perto, um fusca 63. Pensando em vendê-lo por preço de raridade, uma vez que se encontrava em perfeito estado de conservação, seu dono o foi deixando ficar...
Apenas dois anos! Não milhões ou bilhões, apenas dois anos....
Não liga mais, a ferrugem tomou conta, pneus murchos, suspensão arriada...
Dia a dia acompanhamos a sua “evolução”. Aguardamos ansiosamente o “momento mágico” daqui a não sei quantos bilhões de anos em que a sua visível degeneração - não sabemos por que força ou poder extraordinários, uma vez que no seu delírio não existe um Criador ou Ser Superior – começará a ser revertida e, finalmente, ele se transformará num Porshe, ou quem sabe numa Ferrari...
Os evolucionistas escondem a impossibilidade de qualquer coisa abandonada à própria sorte não se deteriorar completamente na quantidade de zeros que colocam nos anos que passam... 4.500.000.000 de anos... O último cálculo que vi era de 6.000.000.000.
Parece que quanto mais zeros mais, mais possibilidades de algo abandonado à própria sorte melhorar sua condição inicial.
Está convidado a acompanhar a “evolução” do fusca...
Faça sua própria agenda. Acompanhe-o semanalmente, mensalmente, ou venha vê-lo uma vez por ano.
Avise-me quando a sua visível deterioração começar a reverter sem a atuação de ninguém.
Não custa nada esperar, afinal o que são alguns bilhões de anos?
Abandone um bebê de 6 meses - não um simples ser unicelular, um protozoário -, mas um bebê completo, perfeito, bem formado, em uma praia deserta e acompanhe sua “evolução”...
Algumas horas, poucos dias, e ficará evidente que nossa tendência é a deterioração, não evolução.
Por favor, leia nessa mesma revista (edição nr. 2094) a matéria “Biologia do envelhecimento”. O que muda no corpo com o tempo.
O autor mostra de forma fantástica “O que a idade nos cobra”, o que teria acontecido “Se a evolução tivesse sido diferente” e “Qual o resultado no nosso corpo”.
Quer dizer, a suposta “evolução” foi tão perfeita que qualquer pequena diferença na sua calibragem teria inviabilizado a nossa existência. A essa perfeição damos o nome de “Criador”, coisa que o autor não fez.
Se ainda tiver dúvidas leia na última edição da Revista NewScientist o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life, detonando essa bobagem que você chama de “ciência”.
O artigo e o editorial explicam que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva:
http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
Oswaldo Chirov
Vale a pena ler na íntegra.
Lembra-te de Darwin
"É inaceitável dar criacionismo em aula de biologia. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência.".
É assustador que, às vésperas do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, escolas brasileiras estejam ensinando criacionismo nas aulas de ciências. Já se sabia que as escolas adventistas fazem isso. A novidade é que o negócio está se propagando. Em instituições tradicionais de São Paulo, como o Mackenzie, inventou-se até um método próprio para o ensino. "Antes, usávamos o material que havia disponível no mercado", explica um dos diretores da escola, Francisco Solano Portela Neto.O criacionismo é ensinado como ciência da pré-escola à 4ª série.
Não há problema em que o criacionismo seja dado nas aulas de religião, mas ensiná-lo em aulas de ciências é deseducador. Criacionismo é a explicação bíblica para a origem da vida. Diz que Deus criou tudo: o homem, a mulher, os animais, as plantas, há 6 000 anos. Quem estuda religião precisa saber disso. É uma fábula encantadora, mas não é ciência. É inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Em biologia, vale o evolucionismo de Darwin, segundo o qual todos viemos de um ancestral comum, há bilhões de anos, e chegamos até aqui porque passamos no teste da seleção natural. É a melhor (e por acaso a mais bela) explicação que a ciência encontrou sobre a aventura humana na Terra.
Quem contrabandeia o criacionismo para as aulas de biologia diz que, em respeito à "liberdade de pensamento", está "mostrando os dois lados" aos alunos. Afinal, são escolas religiosas, confessionais, e os pais podem ter escolhido matricular seus filhos ali exatamente porque o criacionismo é visto como ciência. Pode ser, errar é livre, mas que embrutece não há dúvida. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência. É desnecessário. Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico? Também é cascata, porque, fosse verdade, a turma estaria ensinando numerologia em matemática. Ensinaria alquimia em química, dizendo, em nome da "liberdade de pensamento", que é possível transformar zinco em ouro e encontrar o elixir da longa vida...
Há pouco, na Inglaterra, um reverendo anglicano defendeu o estudo do criacionismo na educação básica. Era diretor de educação da Royal Society. Queria colocar Deus no laboratório da escola. Cortaram-lhe o pescoço. A Suprema Corte americana já examinou o assunto. Mandou o criacionismo de volta às aulas de religião. No Brasil, terra do paradoxo, o atraso avança.
Darwin foi um gênio. Em seu tempo, não se sabia como as características hereditárias eram transmitidas de pai para filho. Nem que a Terra tem 4,5 bilhões de anos e que os continentes flutuam sobre o magma. No entanto, a teoria da evolução se encaixa à perfeição nas descobertas da genética, da datação radioativa, da geologia moderna. Só um cérebro poderosamente equipado, conjugado com muito estudo, pode ir tão longe.
Confundido com criacionismo, Darwin parece um macaco tolo. É assustador.
André Petry
Revista Veja
Ao Diretor de Redação de VEJA
Caro André Petry,
Em relação ao seu artigo Lembra-te de Darwin escrevo na tentativa de aliviá-lo do susto.
Os “brutos” também pensam
Por trás de seus argumentos está a idéia de que fé e conhecimento são antagônicos; de que a Ciência trata das evidências e a fé da falta de evidências. Fé não significa falta de evidências. Mesmo assim, a concepção Naturalista apresenta o Darwinismo como verdade sendo que ela é apenas uma teoria, a teoria da Evolução.
Teoria se define como conhecimento especulativo, racional, hipótese, conjectura, justamente por não se possuir provas. Ou que certeza temos da estrutura dos organismos iniciais, da composição dos oceanos primitivos, das condições atmosféricas ou dos mecanismos da evolução? Não existem provas, mas sim hipóteses.
O que é uma hipótese? É o conjunto de condições que se supõe serem verdadeiras e que são tomadas como ponto de partida para deduções; em ciências experimentais, é a explicação plausível dos fatos, provisoriamente adotada, com o principal objetivo de submetê-la à verificação metódica através da experiência; por fim hipótese é a teoria provável mas não demonstrada.
Você não se assusta com o fato, ou melhor, com o crime, de uma teoria ser ensinada como verdade absoluta nas escolas, sendo que nos meandros científicos, há mais de 25 anos não mais se aceita que o homem tenha vindo do macaco?
Deveria se assustar, pois a Revista NewScientist acaba de lançar sua edição com o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life.
Nela está um artigo e um editorial explicando que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva.
Caso interesse
- Artigo:http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
- Editorial:http://www.newscientist.com/article/mg20126923.000-editorial-uprooting-darwins-tree.html
Você diz ser inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Você já se deu conta de que todo livro de Biologia começa criacionista? Afinal qual é a primeira Lei da Biogênese? Vida gera vida. A teoria da evolução vai contra essa Lei afirmando que a Não-vida gerou vida! E você não se assusta?
De dentro do vale da generalização e do preconceito se diz que o criacionismo é religião e não ciência. Este pensamento é tão errado quanto afirmar que a Teoria da Evolução é comprovada. O Criacionismo é Ciência sim, basta ver as divisões do estudo do Design Inteligente, de onde vem o estudo do Criacionismo, que contem o Criacionismo Especial e, neste, o Criacionismo Bíblico. Convém lembrar que a teoria do Design Inteligente (1802) foi apresentada 50 anos antes dos estudos de Darwin, com William S. Palley e sua proposta extremamente racional do relógio e o relojoeiro. Darwin leu seus livros e o elogiou dizendo ser uma das melhores partes de sua formação acadêmica.
O Dr. Michael Denton, Biólogo Molecular em sua obra Evolution: A Theory In Crisis, fez esta afirmativa em resposta à idéia de que o criacionismo é coisa religiosa: “Pelo contrário, a inferência do planejamento (teoria da criação) é uma indução puramente a posteriori baseada numa aplicação inexoravelmente consistente da lógica e da analogia. A conclusão pode ter implicações religiosas, mas não depende de pressuposições religiosas”.
Ou seja, aceitar que existe um criador é um ato racional, análise de Causa Primária, é Ciência. Agora, aceitar quem é o criador é um ato de fé. Aqui está a Pressuposição Religiosa, a Religião. A Teoria da Criação Especial apresenta propostas passíveis de observações, lógica, leis e testes científicos e, é isto que configura uma teoria séria.
Aliás, o Professor Adauto Lourenço, um respeitável cientista cristão que ama e respeita a Bíblia e trabalha e dignifica a Ciência concluiu: “A Ciência devidamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada nunca entrarão em contradição”
Com muita facilidade se despreza as grandes contribuições benéficas que a Bíblia trouxe aos que estiveram e estão sob sua influência desde há milênios.
Permita-me listar algumas. Espero que se assuste.
A ciência descobriu a pouquíssimo tempo que microorganismos causam infecções e doenças. No entanto, sem ser científica, na Bíblia, as orientações sanitárias na Lei de Moisés (orientadas por Deus) eram perfeitas para evitar epidemias e pragas entre o povo de Israel, coisa que não acontecia em outras culturas.
Até a primeira guerra mundial, dez vezes mais soldados morriam de doenças infecciosas do que de ferimentos de guerra, devido à ausência de higiene no trato com seus dejetos. No entanto, fazia parte do instrumental de cada soldado judeu, além das armas, uma pá com a qual deveria cobrir seus dejetos após defecar (Dt 23.13). Ora, Moisés foi orientado no Egito. Os egípcios acreditavam, então, que as feridas poderiam ser curadas esfregando-as com esterco de camelo. De onde veio a informação de que enterrar dejetos era mais higiênico?
Quando a peste negra atacou a Europa e quando a lepra se espalhou, os judeus eram condenados pelos simples fato de que estas pragas não estavam se alastrando em seus guetos. Por quê? Porque não tinham esgotos correndo por suas ruas como em Paris, cujo destino era o Sena onde as pessoas, além de se banharem, bebiam de suas águas.
"Recentemente" a inflexibilidade e ignorância bíblica da instituição religiosa vigente quase matou Galileu e muitos outros por afirmarem, entre outras coisas, que a terra era redonda, etc. Porém, há 700 anos a.C., o profeta Isaías (40.22) afirmava que: "Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra". No hebraico, a palavra traduzida por globo é círculo, circuito, redondeza.
Vemos o conhecimento bíblico à frente da ciência moderna em detalhes que convém considerar. No livro de Jó, alguns o consideram o livro bíblico mais antigo, nos informa que a Terra está suspensa no espaço e, no verso seguinte, fornece uma descrição da evaporação, 26.7,8.
Uma das novidades da ciência moderna foi constatar através da segunda lei da termodinâmica, que a matéria da qual o universo é feito está decaindo e que este, portanto, não é eterno. Isso não é novidade no conteúdo bíblico há milênios. No Salmo 102.25 e 26 somos informados que o universo criado por Deus irá envelhecer como uma roupa velha. Isaías 34.4 diz que o “exército do céu se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá”. Não é interessante? Ou seria assustador?
Que dizer da ordem divina de circuncidar a criança no oitavo dia? Somente um rito religioso? A ciência constatou que o fator de coagulação do sangue atinge seu ponto máximo no oitavo dia após o nascimento, depois cai novamente. Ainda que caísse num sábado a circuncisão deveria ser feita! Como conseqüência, não havia hemorragia nas crianças. O desdobramento disso? Baixa taxa de câncer cervical entre mulheres judias devido à circuncisão de seus maridos!
Em muitos hospitais da Europa, no começo do século XX, os médicos saíam da sala de autópsia e, sem lavar as mãos, iam fazer partos. As taxas de mortalidade entre mães parturientes e recém-nascidos era altíssima. Joseph Lister, que deu continuidade ao trabalho de Pasteur, levou seu departamento a lavar as mãos antes de cada procedimento médico. Resultado? Uma dramática redução na taxa de mortalidade. Ele se tornou o fundador da cirurgia anti-séptica. De onde ele tirou esta informação? Como médico cristão, resolveu aplicar os conhecimentos adquiridos na Bíblia! Neste caso a ciência levou os louros.
Nada mencionarei do caráter profético da Bíblia, inexplicável pela ciência, (centenas de profecias cumpridas ao longo da história a respeito de pessoas, cidades, povos e nações), cuja característica não se encontra em nenhum outro escrito religioso.
Neste aspecto, basta mencionar Peter Stoner, professor emérito de ciências da Faculdade de Westmont, que trabalhou com seiscentos estudantes para cálculo de probabilidade matemática de apenas oito profecias do AT serem cumpridas em qualquer pessoa da atualidade. Resultado obtido: 1 em 1017.
Para ter-se a idéia do cálculo, Lee Strobel imaginou toda a terra seca do mundo coberta com ladrilhos brancos e quadrados de 3,81 cm de lado, havendo apenas um ladrilho pintado de vermelho na parte inferior. Uma pessoa deveria perambular pelo mundo durante toda a vida pelos continentes. Ser-lhe-ia permitido abaixar uma única vez e apanhar um único ladrilho. Qual seria a probabilidade do ladrilho escolhido ser aquele cuja base estava pintada? A mesma de oito profecias do AT serem cumpridas por qualquer pessoa em toda a história. É uma análise bem científica, não acha?
Para quarenta e oito profecias do AT, o resultado foi 1 em 10157, o mesmo que localizar um átomo em um trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de bilhão de universos.
Que benefício a ciência tem oferecido em relação à morte? Não digo em relação à extensão de vida, mas à morte mesmo. Estudiosos dizem que em breve poderão prolongar a vida até 120 anos devido às conquistas da ciência. Ora, em Gênesis 6.3, Deus pôs um limite à vida humana: 120 anos. Quem falou primeiro?
Estupefato você pergunta: Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico?
Espero ajudá-lo a se livrar deste assombro listando abaixo alguns, segundo o seu critério, “embrutecidos” por confundir crença e superstição com razão e ciência.
Comecemos com as escolas “embrutecedoras”: Universidades de Harvard, Princeton, Yale, Cambridge, Oxford e a de hoje, Mackenzie. Todas estas começaram como centro de estudos teológicos. Fundamentavam todo o conhecimento no estudo da Bíblia.
Agora vamos aos “embrutecidos” pela mistura venenosa à qual se referiu:
· Johannes Kepler (1571-1630) – Responsável por descobrir as leis de movimento planetário (Três Leis de Kepler). Este “bruto” disse: “O mundo da natureza, o mundo do homem, o mundo de Deus: todos eles se encaixam... (Deus) o Criador trouxe à existência todas as coisas do nada.”
· Sir Isaac Newton (1643-1727) – Esse bruto, monstro da Matemática, Física, Óptica, Astronomia, Fundador da Mecânica Clássica teve o “desplante” de aceitar a Bíblia como autoridade em todos os assuntos! Aos 27 anos este evangélico protestante inglês dedicou grande parte de seu tempo ao estudo da Teologia reformada.
· Leonhard Euler (1707-1783) – O mais prolífico matemático de todos os tempos, responsável por um terço de tudo que foi publicado na área de ciências exatas em sua época, era uma evangélico protestante suíço. Tão “embrutecido” foi que até hoje aterroriza a juventude com Cálculo Diferencial e de Variação, Funções, Teoria Numérica, Logaritmo, etc. Talvez tudo isto tenha sido fruto de misturar fé com razão... Afinal aceitava a Bíblia como única verdade absoluta! Dizia que a estrutura do Universo é perfeita em razão de um sábio Criador.
· James Clark Maxwell (1831-1879) – Outro rude evangélico protestante escocês que abalou o mundo ao publicar os fundamentos do Eletromagnetismo Clássico; As quatro equações de Maxwell, Teoria Cinética dos Gases. Responsável pela tecnologia da eletricidade e magnetismo e seu desenvolvimento atual. Como ele pode concluir e contribuir com a Ciência se estava “intoxicado” a ponto de escrever sobre a infalibilidade e inerrância da Bíblia?
· James Prescott, Joule (1818-1889) – Este deve ter sido um evangélico protestante inglês muito “grosseiro”. Ele é o Fundador da Termodinâmica, Lei de Joule, etc. Calculou a velocidade das moléculas de gás, estabeleceu o princípio da conservação de energia, Efeito Joule-Thomson, etc. Em seu livro Termodinâmica ele, em provável “desatino”, escreveu: “O próximo passo pós o conhecimento e a obediência à vontade de Deus, deve ser conhecer algo sobre seus atributos de sabedoria, poder e bondade manifesto nas obras de suas mãos”. Inclusive as primeiras Leis da Termodinâmica também contrariam a teoria da evolução!
· Wernher Von Braun (1912-1977) – Ph.D. em Ciência Aeronáutica, evangélico luterano, chamado de o pai dos foguetes, desenvolvedor do projeto Apollo, disse , provavelmente “embrutecido” pela mistura fé e Ciência: “Ao contemplar os vastos mistérios do universo, temos apenas a confirmação de nossa fé na certeza do Criador. Acho difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo, tanto quanto seria difícil compreender um teólogo que negasse os fatos da ciência”.
Esse é o tipo de cientista, gente “embrutecida”, que vai sair das escolas que ousam ensinar a ciência do criacionismo!
Se Darwin foi um gênio e os senhores acima mencionados, segundo o seu critério, foram embrutecidos pela confusão da crença e superstição misturada com a razão e a ciência, de duas, uma: ou vamos evoluir até chegarmos a macacos ou vamos concluir que os “brutos” também pensam.
Joubert de Oliveira Sobrinho
Bacharel em Publicidade e Propaganda
Mestrando em Educação Cristã
Pós-graduando em Fundamentos Cristãos da Educação - Mackenzie.
Mais uma reflexão em resposta ao artigo "Lembra-te de Darwin" postada no Pavablog:
André,
Lembra-te de dar fim!
Lembra-te de dar fim nessa bobagem!
Você sabe o que são bilhões de anos?
Temos num estacionamento, aqui perto, um fusca 63. Pensando em vendê-lo por preço de raridade, uma vez que se encontrava em perfeito estado de conservação, seu dono o foi deixando ficar...
Apenas dois anos! Não milhões ou bilhões, apenas dois anos....
Não liga mais, a ferrugem tomou conta, pneus murchos, suspensão arriada...
Dia a dia acompanhamos a sua “evolução”. Aguardamos ansiosamente o “momento mágico” daqui a não sei quantos bilhões de anos em que a sua visível degeneração - não sabemos por que força ou poder extraordinários, uma vez que no seu delírio não existe um Criador ou Ser Superior – começará a ser revertida e, finalmente, ele se transformará num Porshe, ou quem sabe numa Ferrari...
Os evolucionistas escondem a impossibilidade de qualquer coisa abandonada à própria sorte não se deteriorar completamente na quantidade de zeros que colocam nos anos que passam... 4.500.000.000 de anos... O último cálculo que vi era de 6.000.000.000.
Parece que quanto mais zeros mais, mais possibilidades de algo abandonado à própria sorte melhorar sua condição inicial.
Está convidado a acompanhar a “evolução” do fusca...
Faça sua própria agenda. Acompanhe-o semanalmente, mensalmente, ou venha vê-lo uma vez por ano.
Avise-me quando a sua visível deterioração começar a reverter sem a atuação de ninguém.
Não custa nada esperar, afinal o que são alguns bilhões de anos?
Abandone um bebê de 6 meses - não um simples ser unicelular, um protozoário -, mas um bebê completo, perfeito, bem formado, em uma praia deserta e acompanhe sua “evolução”...
Algumas horas, poucos dias, e ficará evidente que nossa tendência é a deterioração, não evolução.
Por favor, leia nessa mesma revista (edição nr. 2094) a matéria “Biologia do envelhecimento”. O que muda no corpo com o tempo.
O autor mostra de forma fantástica “O que a idade nos cobra”, o que teria acontecido “Se a evolução tivesse sido diferente” e “Qual o resultado no nosso corpo”.
Quer dizer, a suposta “evolução” foi tão perfeita que qualquer pequena diferença na sua calibragem teria inviabilizado a nossa existência. A essa perfeição damos o nome de “Criador”, coisa que o autor não fez.
Se ainda tiver dúvidas leia na última edição da Revista NewScientist o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life, detonando essa bobagem que você chama de “ciência”.
O artigo e o editorial explicam que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva:
http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
Oswaldo Chirov
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Nem Darwin nem Freud explicam
Matéria publicada na Revista Veja é, de certa forma, um impressionante material contra a teoria da evolução. Talvez não tenha sido a intenção do seu autor, mas a conclusão a que se chega é que um erro de calibragem na evolução, para mais ou para menos, teria inviabilizado a nossa vida.
Veja a matéria abaixo e tire suas conclusões:
O que muda no corpo com o tempo
Audição
O que a idade nos cobra
A exposição constante ao barulho danifica as células ciliares do ouvido interno, responsáveis pelo transporte do som até o cérebro. As dificuldades auditivas afetam 70% da população com idade acima dos 75.
Se a evolução tivesse sido diferente
Além de células sensoriais mais resistentes, poderíamos contar com orelhas maiores, de modo a captar melhor os sons.
Em compensação...
Ficaríamos zonzos com a quantidade de ruídos que passariam a ser percebidos, como o do movimento do ar ao nosso redor.
Pressão arterial
O que a idade nos cobra
O acúmulo de placas de gordura na parede das artérias leva a seu estreitamento, o que facilita o aparecimento da hipertensão. Fator de risco para doenças cardiovasculares, a pressão alta acomete 25% das pessoas com mais de 75 anos.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os vasos sanguíneos deveriam ser revestidos de tecido antiaderente que impedisse o depósito de gordura.
Em compensação...
Um revestimento assim dificultaria a transferência de nutrientes e oxigênio do sangue para os tecidos, além de reduzir a elasticidade das artérias.
Pele
O que a idade nos cobra
Com a queda na produção das fibras de colágeno e elastina, a pele fica mais fina, seca, enrugada e sujeita a infecções.
Se a evolução tivesse sido diferente
A produção de elastina e colágeno poderia ser tão vigorosa na velhice quanto é na juventude.
Em compensação...
O excesso de colágeno favoreceria inflamações como a artrite. E, em demasia, a elastina daria ao rosto o aspecto de uma máscara apertada.
Sistema imunológico
O que a idade nos cobra
As células de defesa do organismo tornam-se menos eficientes. Em alguns casos, podem até ordenar que os anticorpos ataquem o próprio organismo.
Se a evolução tivesse sido diferente
Nossas defesas permaneceriam fortes para sempre.
Em compensação...
A hiperatividade do sistema imunológico levaria a um quadro inflamatório permanente, o que aceleraria o envelhecimento.
Cérebro
O que a idade nos cobra
Com o tempo, a maioria dos neurônios tende a se degenerar. A partir dos 40 anos, também se reduz o número de sinapses, o que explica a baixa na capacidade de absorver novos conhecimentos, na velocidade dos reflexos e na coordenação motora.
Se a evolução tivesse sido diferente
A solução mais óbvia seria manter a capacidade reprodutiva dos neurônios ao longo de toda a vida.
Em compensação...
A multiplicação indefinida dos neurônios poderia elevar a probabilidade de surgimento de tumores cerebrais. Além disso, aumentaria o risco de serem estabelecidas conexões malfeitas entre os neurônios, causando distúrbios neurológicos e psiquiátricos.
Visão
O que a idade nos cobra
Uma em cada quatro pessoas com mais de 75 anos sofre de problemas visuais, impossíveis de correção pelo uso de lentes, como glaucoma e degeneração macular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os olhos poderiam ser dotados de uma membrana transparente, mas capaz de bloquear os raios ultravioletas do sol, que são extremamente danosos à visão.
Em compensação...
Com a idade, essa membrana adicional perderia a elasticidade.
Músculos
O que a idade nos cobra
A partir dos 35 anos, a comunicação entre os músculos e os neurônios motores da medula espinhal tende a enfraquecer, o que leva à perda de força muscular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Para durar mais, cada um dos músculos poderia ser regido por um feixe maior de neurônios.
Em compensação...
Para que a medula contivesse uma quantidade maior de neurônios motores, a coluna vertebral deveria ser muito mais grossa e pesada. Teríamos dificuldade para nos equilibrar e ficaríamos ainda mais vulneráveis a problemas de coluna, como a hérnia de disco.
Ossos
O que a idade nos cobra
A partir dos 30 anos, o cálcio deixa de ser reposto de maneira uniforme, o que faz com que alguns pontos do esqueleto se tornem mais frágeis e sujeitos a fraturas.
Se a evolução tivesse sido diferente
A reposição óssea deveria depender menos dos hormônios, cujas taxas caem com a idade. Bom seria se as próprias células fossem dotadas de mecanismos internos de reposição de cálcio.
Em compensação...
A excessiva calcificação do esqueleto comprometeria os movimentos do corpo.
Revista VEJA nr. 2094 – 07 de janeiro de 2009
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Veja a matéria abaixo e tire suas conclusões:
O que muda no corpo com o tempo
Audição
O que a idade nos cobra
A exposição constante ao barulho danifica as células ciliares do ouvido interno, responsáveis pelo transporte do som até o cérebro. As dificuldades auditivas afetam 70% da população com idade acima dos 75.
Se a evolução tivesse sido diferente
Além de células sensoriais mais resistentes, poderíamos contar com orelhas maiores, de modo a captar melhor os sons.
Em compensação...
Ficaríamos zonzos com a quantidade de ruídos que passariam a ser percebidos, como o do movimento do ar ao nosso redor.
Pressão arterial
O que a idade nos cobra
O acúmulo de placas de gordura na parede das artérias leva a seu estreitamento, o que facilita o aparecimento da hipertensão. Fator de risco para doenças cardiovasculares, a pressão alta acomete 25% das pessoas com mais de 75 anos.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os vasos sanguíneos deveriam ser revestidos de tecido antiaderente que impedisse o depósito de gordura.
Em compensação...
Um revestimento assim dificultaria a transferência de nutrientes e oxigênio do sangue para os tecidos, além de reduzir a elasticidade das artérias.
Pele
O que a idade nos cobra
Com a queda na produção das fibras de colágeno e elastina, a pele fica mais fina, seca, enrugada e sujeita a infecções.
Se a evolução tivesse sido diferente
A produção de elastina e colágeno poderia ser tão vigorosa na velhice quanto é na juventude.
Em compensação...
O excesso de colágeno favoreceria inflamações como a artrite. E, em demasia, a elastina daria ao rosto o aspecto de uma máscara apertada.
Sistema imunológico
O que a idade nos cobra
As células de defesa do organismo tornam-se menos eficientes. Em alguns casos, podem até ordenar que os anticorpos ataquem o próprio organismo.
Se a evolução tivesse sido diferente
Nossas defesas permaneceriam fortes para sempre.
Em compensação...
A hiperatividade do sistema imunológico levaria a um quadro inflamatório permanente, o que aceleraria o envelhecimento.
Cérebro
O que a idade nos cobra
Com o tempo, a maioria dos neurônios tende a se degenerar. A partir dos 40 anos, também se reduz o número de sinapses, o que explica a baixa na capacidade de absorver novos conhecimentos, na velocidade dos reflexos e na coordenação motora.
Se a evolução tivesse sido diferente
A solução mais óbvia seria manter a capacidade reprodutiva dos neurônios ao longo de toda a vida.
Em compensação...
A multiplicação indefinida dos neurônios poderia elevar a probabilidade de surgimento de tumores cerebrais. Além disso, aumentaria o risco de serem estabelecidas conexões malfeitas entre os neurônios, causando distúrbios neurológicos e psiquiátricos.
Visão
O que a idade nos cobra
Uma em cada quatro pessoas com mais de 75 anos sofre de problemas visuais, impossíveis de correção pelo uso de lentes, como glaucoma e degeneração macular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os olhos poderiam ser dotados de uma membrana transparente, mas capaz de bloquear os raios ultravioletas do sol, que são extremamente danosos à visão.
Em compensação...
Com a idade, essa membrana adicional perderia a elasticidade.
Músculos
O que a idade nos cobra
A partir dos 35 anos, a comunicação entre os músculos e os neurônios motores da medula espinhal tende a enfraquecer, o que leva à perda de força muscular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Para durar mais, cada um dos músculos poderia ser regido por um feixe maior de neurônios.
Em compensação...
Para que a medula contivesse uma quantidade maior de neurônios motores, a coluna vertebral deveria ser muito mais grossa e pesada. Teríamos dificuldade para nos equilibrar e ficaríamos ainda mais vulneráveis a problemas de coluna, como a hérnia de disco.
Ossos
O que a idade nos cobra
A partir dos 30 anos, o cálcio deixa de ser reposto de maneira uniforme, o que faz com que alguns pontos do esqueleto se tornem mais frágeis e sujeitos a fraturas.
Se a evolução tivesse sido diferente
A reposição óssea deveria depender menos dos hormônios, cujas taxas caem com a idade. Bom seria se as próprias células fossem dotadas de mecanismos internos de reposição de cálcio.
Em compensação...
A excessiva calcificação do esqueleto comprometeria os movimentos do corpo.
Revista VEJA nr. 2094 – 07 de janeiro de 2009
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