A revista Veja de 11 de fevereiro, em sua matéria de capa, sobre os 200 anos do nascimento de Darwin traz um roteiro do caminho percorrido pelo naturalista, iniciado em dezembro de 1831 na Inglaterra, passando pela América do Sul, até atingir as Ilhas Galápagos em 1835.
Em sua passagem pelo Brasil, cidade de Salvador, em 04 de março de 1832 temos um relato cômico, feito pelo próprio Darwin:
“Este é o primeiro dia do Carnaval , mas Wickham, Sullivan e eu, nada destemidos, estávamos determinados a encarar seus perigos. Esses perigos consistem em sermos alvejados sem misericórdia por bolas de cera cheias de água, saindo encharcados por grandes seringas de lata. Achamos muito difícil manter a nossa dignidade enquanto caminhávamos nas ruas”.
Pasmem! Difícil manter a dignidade no carnaval de 1832 em Salvador!
Bolas de cera, cheias de água e seringas de lata!
Prezado Darwin,
Venha participar do carnaval de Salvador, hoje, 2009, século XXI.
Venha constatar com seus próprios olhos como nós “evoluímos”!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Os macacos não mereciam isto, Darwin!
Você já foi um protozoário (uma ameba qualquer) que foi evoluindo até se tornar um ser humano. Agora estacionamos. Segundo o cientista britânico Steve Jones, chegamos ao teto evolucionário de nossa espécie: racionalização, claro! Não explicou porque os macacos pararam também.
Darwin teorizou que o mundo é dos mais fortes, na verdade dos que melhor se adaptam ao ambiente em que vivem. Esta premissa básica deu margem para a criação da teoria da evolução. Os seres vivos que melhor se adaptaram conseguiram perpetuar sua espécie através de bilhões de anos – sabe-se lá como.
Quando assisto documentários sobre animais, acho engraçado como a evolução é oferecida como resposta para tudo. Por exemplo, uma determinada espécie de rã é venenosa graças a centenas de milhões de anos de evolução. Imagino que algumas cobras não venenosas deveriam logo produzir peçonha porque, certamente, estão há milhares de anos das cascavéis. Minha pergunta é: “Quem ou o que faz com que alguns animais desenvolvam mecanismos de proteção e outros não?” Deixe-me ser mais claro. Como é que um inseto ou mesmo uma bactéria tem inteligência, o suficiente, para desenvolver tais mecanismos? Instinto de sobrevivência?
Imagine um mosquito cheio de instinto de sobrevivência argumentando com os vírus que carrega em seu frágil corpinho que seria melhor poupar-lhe a vida uma vez que o levaria para um hospedeiro mais interessante. Que idiotice!
Aliás, idiotice é conosco! Bilhões de anos não nos afastaram da mentalidade de ameba. Somos, nada mais, nada menos, do que um parasita alojado no intestino de nosso planeta. A sanha de consumir os recursos naturais da terra faz da gente o verdadeiro câncer deste mundo. Óbvio? Nem tanto. Assim escreveu Bram Stoker: “A civilização se confunde com sifilização”; e eu diria: “Vida se confunde com SIDA”. O que nos diria o solidário esquistossomo? “Nosso prazer nos mata!”
Homens evoluídos costumam nos presentear com “pérolas” como esta da Veja da semana passada tentando explicar que teoria científica não é a teoria que pobres mortais imaginam: “Nesse caso, a teoria é uma síntese de um vasto campo de conhecimentos formado por hipóteses que foram testadas e comprovadas por leis e fatos científicos. Ou seja, uma linha de raciocínio confirmada por evidências e experimentos”. Que evidências?
Alguém já confirmou a evolução de alguma espécie simples numa complexa em laboratório?
O Big Bang foi testado, reproduzido em provetas? Em que planeta? Teoria para leigos não é teoria para cientistas? A evolução é uma questão de semântica?
Outra pérola é da Revista Superinteressante num infográfico que tentava ilustrar a evolução da evolução: "Molécula Mãe: Há uns 4 bilhões de anos eram moléculas que aprenderam a fazer cópias de si mesmas". Aprenderam, caras pálidas? Isto é ridículo! A não ser que alguém as tenha "ensinado"...
Não sei como alguém tem coragem de escrever algo assim e ainda tem a arrogância de afirmar que quem acredita no Deus Criador seja um celerado mental.
É por estas e outras que a Bíblia afirma com muito acerto: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (I Cor. 1.25). A loucura de Deus, segundo a Bíblia, é o Evangelho. Uma mensagem de amor e perdão para os que querem ser amados e perdoados. Todos querem ser amados, mas perdoados... “Perdoados de quê?”, protestam. Perdoados, principalmente, da idiotice de acreditar nesta religião cujo profeta é Darwin e cujos pregadores são um bando de chimpanzés.
Com todo respeito aos macacos.
Texto de Edmar Xavier de Souza
Rio De Janeiro - RJ
Site Revista Ultimato
Darwin teorizou que o mundo é dos mais fortes, na verdade dos que melhor se adaptam ao ambiente em que vivem. Esta premissa básica deu margem para a criação da teoria da evolução. Os seres vivos que melhor se adaptaram conseguiram perpetuar sua espécie através de bilhões de anos – sabe-se lá como.
Quando assisto documentários sobre animais, acho engraçado como a evolução é oferecida como resposta para tudo. Por exemplo, uma determinada espécie de rã é venenosa graças a centenas de milhões de anos de evolução. Imagino que algumas cobras não venenosas deveriam logo produzir peçonha porque, certamente, estão há milhares de anos das cascavéis. Minha pergunta é: “Quem ou o que faz com que alguns animais desenvolvam mecanismos de proteção e outros não?” Deixe-me ser mais claro. Como é que um inseto ou mesmo uma bactéria tem inteligência, o suficiente, para desenvolver tais mecanismos? Instinto de sobrevivência?
Imagine um mosquito cheio de instinto de sobrevivência argumentando com os vírus que carrega em seu frágil corpinho que seria melhor poupar-lhe a vida uma vez que o levaria para um hospedeiro mais interessante. Que idiotice!
Aliás, idiotice é conosco! Bilhões de anos não nos afastaram da mentalidade de ameba. Somos, nada mais, nada menos, do que um parasita alojado no intestino de nosso planeta. A sanha de consumir os recursos naturais da terra faz da gente o verdadeiro câncer deste mundo. Óbvio? Nem tanto. Assim escreveu Bram Stoker: “A civilização se confunde com sifilização”; e eu diria: “Vida se confunde com SIDA”. O que nos diria o solidário esquistossomo? “Nosso prazer nos mata!”
Homens evoluídos costumam nos presentear com “pérolas” como esta da Veja da semana passada tentando explicar que teoria científica não é a teoria que pobres mortais imaginam: “Nesse caso, a teoria é uma síntese de um vasto campo de conhecimentos formado por hipóteses que foram testadas e comprovadas por leis e fatos científicos. Ou seja, uma linha de raciocínio confirmada por evidências e experimentos”. Que evidências?
Alguém já confirmou a evolução de alguma espécie simples numa complexa em laboratório?
O Big Bang foi testado, reproduzido em provetas? Em que planeta? Teoria para leigos não é teoria para cientistas? A evolução é uma questão de semântica?
Outra pérola é da Revista Superinteressante num infográfico que tentava ilustrar a evolução da evolução: "Molécula Mãe: Há uns 4 bilhões de anos eram moléculas que aprenderam a fazer cópias de si mesmas". Aprenderam, caras pálidas? Isto é ridículo! A não ser que alguém as tenha "ensinado"...
Não sei como alguém tem coragem de escrever algo assim e ainda tem a arrogância de afirmar que quem acredita no Deus Criador seja um celerado mental.
É por estas e outras que a Bíblia afirma com muito acerto: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (I Cor. 1.25). A loucura de Deus, segundo a Bíblia, é o Evangelho. Uma mensagem de amor e perdão para os que querem ser amados e perdoados. Todos querem ser amados, mas perdoados... “Perdoados de quê?”, protestam. Perdoados, principalmente, da idiotice de acreditar nesta religião cujo profeta é Darwin e cujos pregadores são um bando de chimpanzés.
Com todo respeito aos macacos.
Texto de Edmar Xavier de Souza
Rio De Janeiro - RJ
Site Revista Ultimato
O paradoxo do tempo
“Hoje temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais…
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo.
Lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável.
E pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar”
Fonte: Radio Jovem Pan
Enviado por MP Butantã
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais…
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fazemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo.
Lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável.
E pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar”
Fonte: Radio Jovem Pan
Enviado por MP Butantã
Crise mundial
Texto de Mentor Muniz Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, agência de propaganda, sobre a crise mundial.
“Vou fazer um slideshow para você. Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de fotos. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar…
Se quiser, repasse, se não, o que importa?“O nosso almoço tá garantido mesmo…”
Texto enviado por Ricardo Rubio
“Vou fazer um slideshow para você. Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de fotos. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar…
Se quiser, repasse, se não, o que importa?“O nosso almoço tá garantido mesmo…”
Texto enviado por Ricardo Rubio
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Caminho das Índias
“Tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-lhes o coração insensato” - Romanos 1:21.
A estréia da novela Caminho das Índias tem despertado polêmicas, principalmente na troca de emails na Internet.
Paulo e Valdeti Campos, missionários na Índia, pela Junta Menonita de Missões Internacionais alertam para a diferença entre o país mostrado na novela e o verdadeiro país mergulhado em trevas, com seus milhões de deuses:
“Não para nossa surpresa descobrimos que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras. Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração do seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas”.
A Globo, com suas novelas, é uma das grandes responsáveis pelo “apodrecimento” do conceito de família no Brasil. Um dos pontos mais nítidos: casamento, família, relacionamento familiar marido e mulher, pais e filhos são detonados durante um ano inteiro na novela, mas no último capítulo ouvimos o quê…? A marcha nupcial… O último capítulo é reservado ao casamento na igreja, véu e grinalda, etc…, etc… E, muitas vezes, são casamentos coletivos. Pura zombaria de quem tem o poder da mídia na mão e audiência garantida!
Quem é mais “antigo” lembra que assim nos filmes como nas novelas, “mocinho” era “mocinho”, “bandido era bandido”. Uma época mais ingênua. Os personagens principais, com o tempo foram perdendo qualquer tom de moralidade, fidelidade, compromisso, etc…. Hoje, transitam do amoral para o imoral. O herói de hoje trai, tem amantes, se orgulha de ser infiel. É por ele que grande parte dos cristãos é levado, consciente ou inconscientemente, a “torcer” “religiosamente” das 21 às 22 h, seis dias por semana.
As novelas das 6, consideradas “novelas de época” já pregaram abertamente o espiritismo e a reencarnação: “Estrela guia”, “Um anjo que caiu do ceu”, etc… . Em uma delas havia um médium que explicava detalhadamente toda a doutrina espírita. Um verdadeiro “púlpito”. O telespectador, sem querer ou ter autorizado, transformava sua sala em centro espírita, participando da “sessão”.
É o que vai acontecer agora, novamente. Essa nova novela é coerente com o compromisso da Globo com a feitiçaria, satanismo e nova era, pregada do seu “púlpito” nos últimos anos.
Infelizmente, incoerentes muitas vezes, somos nós, os cristãos, pois televisão vive de audiência, “ibope”. Se, parte dos milhões de cristãos brasileiros deixasse de engrossar seus índices de audiência já seria um grande avanço.
A estréia da novela Caminho das Índias tem despertado polêmicas, principalmente na troca de emails na Internet.
Paulo e Valdeti Campos, missionários na Índia, pela Junta Menonita de Missões Internacionais alertam para a diferença entre o país mostrado na novela e o verdadeiro país mergulhado em trevas, com seus milhões de deuses:
“Não para nossa surpresa descobrimos que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras. Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração do seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas”.
A Globo, com suas novelas, é uma das grandes responsáveis pelo “apodrecimento” do conceito de família no Brasil. Um dos pontos mais nítidos: casamento, família, relacionamento familiar marido e mulher, pais e filhos são detonados durante um ano inteiro na novela, mas no último capítulo ouvimos o quê…? A marcha nupcial… O último capítulo é reservado ao casamento na igreja, véu e grinalda, etc…, etc… E, muitas vezes, são casamentos coletivos. Pura zombaria de quem tem o poder da mídia na mão e audiência garantida!
Quem é mais “antigo” lembra que assim nos filmes como nas novelas, “mocinho” era “mocinho”, “bandido era bandido”. Uma época mais ingênua. Os personagens principais, com o tempo foram perdendo qualquer tom de moralidade, fidelidade, compromisso, etc…. Hoje, transitam do amoral para o imoral. O herói de hoje trai, tem amantes, se orgulha de ser infiel. É por ele que grande parte dos cristãos é levado, consciente ou inconscientemente, a “torcer” “religiosamente” das 21 às 22 h, seis dias por semana.
As novelas das 6, consideradas “novelas de época” já pregaram abertamente o espiritismo e a reencarnação: “Estrela guia”, “Um anjo que caiu do ceu”, etc… . Em uma delas havia um médium que explicava detalhadamente toda a doutrina espírita. Um verdadeiro “púlpito”. O telespectador, sem querer ou ter autorizado, transformava sua sala em centro espírita, participando da “sessão”.
É o que vai acontecer agora, novamente. Essa nova novela é coerente com o compromisso da Globo com a feitiçaria, satanismo e nova era, pregada do seu “púlpito” nos últimos anos.
Infelizmente, incoerentes muitas vezes, somos nós, os cristãos, pois televisão vive de audiência, “ibope”. Se, parte dos milhões de cristãos brasileiros deixasse de engrossar seus índices de audiência já seria um grande avanço.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Os "brutos" também pensam
Reprodução da Coluna do jornalista André Petry, na Revista Veja, Edição nr. 2098 de 04 de fevereiro de 2009 e a carta escrita pelo Pr. Joubert de Oliveira Sobrinho à Editora Abril.
Vale a pena ler na íntegra.
Lembra-te de Darwin
"É inaceitável dar criacionismo em aula de biologia. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência.".
É assustador que, às vésperas do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, escolas brasileiras estejam ensinando criacionismo nas aulas de ciências. Já se sabia que as escolas adventistas fazem isso. A novidade é que o negócio está se propagando. Em instituições tradicionais de São Paulo, como o Mackenzie, inventou-se até um método próprio para o ensino. "Antes, usávamos o material que havia disponível no mercado", explica um dos diretores da escola, Francisco Solano Portela Neto.O criacionismo é ensinado como ciência da pré-escola à 4ª série.
Não há problema em que o criacionismo seja dado nas aulas de religião, mas ensiná-lo em aulas de ciências é deseducador. Criacionismo é a explicação bíblica para a origem da vida. Diz que Deus criou tudo: o homem, a mulher, os animais, as plantas, há 6 000 anos. Quem estuda religião precisa saber disso. É uma fábula encantadora, mas não é ciência. É inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Em biologia, vale o evolucionismo de Darwin, segundo o qual todos viemos de um ancestral comum, há bilhões de anos, e chegamos até aqui porque passamos no teste da seleção natural. É a melhor (e por acaso a mais bela) explicação que a ciência encontrou sobre a aventura humana na Terra.
Quem contrabandeia o criacionismo para as aulas de biologia diz que, em respeito à "liberdade de pensamento", está "mostrando os dois lados" aos alunos. Afinal, são escolas religiosas, confessionais, e os pais podem ter escolhido matricular seus filhos ali exatamente porque o criacionismo é visto como ciência. Pode ser, errar é livre, mas que embrutece não há dúvida. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência. É desnecessário. Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico? Também é cascata, porque, fosse verdade, a turma estaria ensinando numerologia em matemática. Ensinaria alquimia em química, dizendo, em nome da "liberdade de pensamento", que é possível transformar zinco em ouro e encontrar o elixir da longa vida...
Há pouco, na Inglaterra, um reverendo anglicano defendeu o estudo do criacionismo na educação básica. Era diretor de educação da Royal Society. Queria colocar Deus no laboratório da escola. Cortaram-lhe o pescoço. A Suprema Corte americana já examinou o assunto. Mandou o criacionismo de volta às aulas de religião. No Brasil, terra do paradoxo, o atraso avança.
Darwin foi um gênio. Em seu tempo, não se sabia como as características hereditárias eram transmitidas de pai para filho. Nem que a Terra tem 4,5 bilhões de anos e que os continentes flutuam sobre o magma. No entanto, a teoria da evolução se encaixa à perfeição nas descobertas da genética, da datação radioativa, da geologia moderna. Só um cérebro poderosamente equipado, conjugado com muito estudo, pode ir tão longe.
Confundido com criacionismo, Darwin parece um macaco tolo. É assustador.
André Petry
Revista Veja
Ao Diretor de Redação de VEJA
Caro André Petry,
Em relação ao seu artigo Lembra-te de Darwin escrevo na tentativa de aliviá-lo do susto.
Os “brutos” também pensam
Por trás de seus argumentos está a idéia de que fé e conhecimento são antagônicos; de que a Ciência trata das evidências e a fé da falta de evidências. Fé não significa falta de evidências. Mesmo assim, a concepção Naturalista apresenta o Darwinismo como verdade sendo que ela é apenas uma teoria, a teoria da Evolução.
Teoria se define como conhecimento especulativo, racional, hipótese, conjectura, justamente por não se possuir provas. Ou que certeza temos da estrutura dos organismos iniciais, da composição dos oceanos primitivos, das condições atmosféricas ou dos mecanismos da evolução? Não existem provas, mas sim hipóteses.
O que é uma hipótese? É o conjunto de condições que se supõe serem verdadeiras e que são tomadas como ponto de partida para deduções; em ciências experimentais, é a explicação plausível dos fatos, provisoriamente adotada, com o principal objetivo de submetê-la à verificação metódica através da experiência; por fim hipótese é a teoria provável mas não demonstrada.
Você não se assusta com o fato, ou melhor, com o crime, de uma teoria ser ensinada como verdade absoluta nas escolas, sendo que nos meandros científicos, há mais de 25 anos não mais se aceita que o homem tenha vindo do macaco?
Deveria se assustar, pois a Revista NewScientist acaba de lançar sua edição com o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life.
Nela está um artigo e um editorial explicando que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva.
Caso interesse
- Artigo:http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
- Editorial:http://www.newscientist.com/article/mg20126923.000-editorial-uprooting-darwins-tree.html
Você diz ser inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Você já se deu conta de que todo livro de Biologia começa criacionista? Afinal qual é a primeira Lei da Biogênese? Vida gera vida. A teoria da evolução vai contra essa Lei afirmando que a Não-vida gerou vida! E você não se assusta?
De dentro do vale da generalização e do preconceito se diz que o criacionismo é religião e não ciência. Este pensamento é tão errado quanto afirmar que a Teoria da Evolução é comprovada. O Criacionismo é Ciência sim, basta ver as divisões do estudo do Design Inteligente, de onde vem o estudo do Criacionismo, que contem o Criacionismo Especial e, neste, o Criacionismo Bíblico. Convém lembrar que a teoria do Design Inteligente (1802) foi apresentada 50 anos antes dos estudos de Darwin, com William S. Palley e sua proposta extremamente racional do relógio e o relojoeiro. Darwin leu seus livros e o elogiou dizendo ser uma das melhores partes de sua formação acadêmica.
O Dr. Michael Denton, Biólogo Molecular em sua obra Evolution: A Theory In Crisis, fez esta afirmativa em resposta à idéia de que o criacionismo é coisa religiosa: “Pelo contrário, a inferência do planejamento (teoria da criação) é uma indução puramente a posteriori baseada numa aplicação inexoravelmente consistente da lógica e da analogia. A conclusão pode ter implicações religiosas, mas não depende de pressuposições religiosas”.
Ou seja, aceitar que existe um criador é um ato racional, análise de Causa Primária, é Ciência. Agora, aceitar quem é o criador é um ato de fé. Aqui está a Pressuposição Religiosa, a Religião. A Teoria da Criação Especial apresenta propostas passíveis de observações, lógica, leis e testes científicos e, é isto que configura uma teoria séria.
Aliás, o Professor Adauto Lourenço, um respeitável cientista cristão que ama e respeita a Bíblia e trabalha e dignifica a Ciência concluiu: “A Ciência devidamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada nunca entrarão em contradição”
Com muita facilidade se despreza as grandes contribuições benéficas que a Bíblia trouxe aos que estiveram e estão sob sua influência desde há milênios.
Permita-me listar algumas. Espero que se assuste.
A ciência descobriu a pouquíssimo tempo que microorganismos causam infecções e doenças. No entanto, sem ser científica, na Bíblia, as orientações sanitárias na Lei de Moisés (orientadas por Deus) eram perfeitas para evitar epidemias e pragas entre o povo de Israel, coisa que não acontecia em outras culturas.
Até a primeira guerra mundial, dez vezes mais soldados morriam de doenças infecciosas do que de ferimentos de guerra, devido à ausência de higiene no trato com seus dejetos. No entanto, fazia parte do instrumental de cada soldado judeu, além das armas, uma pá com a qual deveria cobrir seus dejetos após defecar (Dt 23.13). Ora, Moisés foi orientado no Egito. Os egípcios acreditavam, então, que as feridas poderiam ser curadas esfregando-as com esterco de camelo. De onde veio a informação de que enterrar dejetos era mais higiênico?
Quando a peste negra atacou a Europa e quando a lepra se espalhou, os judeus eram condenados pelos simples fato de que estas pragas não estavam se alastrando em seus guetos. Por quê? Porque não tinham esgotos correndo por suas ruas como em Paris, cujo destino era o Sena onde as pessoas, além de se banharem, bebiam de suas águas.
"Recentemente" a inflexibilidade e ignorância bíblica da instituição religiosa vigente quase matou Galileu e muitos outros por afirmarem, entre outras coisas, que a terra era redonda, etc. Porém, há 700 anos a.C., o profeta Isaías (40.22) afirmava que: "Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra". No hebraico, a palavra traduzida por globo é círculo, circuito, redondeza.
Vemos o conhecimento bíblico à frente da ciência moderna em detalhes que convém considerar. No livro de Jó, alguns o consideram o livro bíblico mais antigo, nos informa que a Terra está suspensa no espaço e, no verso seguinte, fornece uma descrição da evaporação, 26.7,8.
Uma das novidades da ciência moderna foi constatar através da segunda lei da termodinâmica, que a matéria da qual o universo é feito está decaindo e que este, portanto, não é eterno. Isso não é novidade no conteúdo bíblico há milênios. No Salmo 102.25 e 26 somos informados que o universo criado por Deus irá envelhecer como uma roupa velha. Isaías 34.4 diz que o “exército do céu se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá”. Não é interessante? Ou seria assustador?
Que dizer da ordem divina de circuncidar a criança no oitavo dia? Somente um rito religioso? A ciência constatou que o fator de coagulação do sangue atinge seu ponto máximo no oitavo dia após o nascimento, depois cai novamente. Ainda que caísse num sábado a circuncisão deveria ser feita! Como conseqüência, não havia hemorragia nas crianças. O desdobramento disso? Baixa taxa de câncer cervical entre mulheres judias devido à circuncisão de seus maridos!
Em muitos hospitais da Europa, no começo do século XX, os médicos saíam da sala de autópsia e, sem lavar as mãos, iam fazer partos. As taxas de mortalidade entre mães parturientes e recém-nascidos era altíssima. Joseph Lister, que deu continuidade ao trabalho de Pasteur, levou seu departamento a lavar as mãos antes de cada procedimento médico. Resultado? Uma dramática redução na taxa de mortalidade. Ele se tornou o fundador da cirurgia anti-séptica. De onde ele tirou esta informação? Como médico cristão, resolveu aplicar os conhecimentos adquiridos na Bíblia! Neste caso a ciência levou os louros.
Nada mencionarei do caráter profético da Bíblia, inexplicável pela ciência, (centenas de profecias cumpridas ao longo da história a respeito de pessoas, cidades, povos e nações), cuja característica não se encontra em nenhum outro escrito religioso.
Neste aspecto, basta mencionar Peter Stoner, professor emérito de ciências da Faculdade de Westmont, que trabalhou com seiscentos estudantes para cálculo de probabilidade matemática de apenas oito profecias do AT serem cumpridas em qualquer pessoa da atualidade. Resultado obtido: 1 em 1017.
Para ter-se a idéia do cálculo, Lee Strobel imaginou toda a terra seca do mundo coberta com ladrilhos brancos e quadrados de 3,81 cm de lado, havendo apenas um ladrilho pintado de vermelho na parte inferior. Uma pessoa deveria perambular pelo mundo durante toda a vida pelos continentes. Ser-lhe-ia permitido abaixar uma única vez e apanhar um único ladrilho. Qual seria a probabilidade do ladrilho escolhido ser aquele cuja base estava pintada? A mesma de oito profecias do AT serem cumpridas por qualquer pessoa em toda a história. É uma análise bem científica, não acha?
Para quarenta e oito profecias do AT, o resultado foi 1 em 10157, o mesmo que localizar um átomo em um trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de bilhão de universos.
Que benefício a ciência tem oferecido em relação à morte? Não digo em relação à extensão de vida, mas à morte mesmo. Estudiosos dizem que em breve poderão prolongar a vida até 120 anos devido às conquistas da ciência. Ora, em Gênesis 6.3, Deus pôs um limite à vida humana: 120 anos. Quem falou primeiro?
Estupefato você pergunta: Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico?
Espero ajudá-lo a se livrar deste assombro listando abaixo alguns, segundo o seu critério, “embrutecidos” por confundir crença e superstição com razão e ciência.
Comecemos com as escolas “embrutecedoras”: Universidades de Harvard, Princeton, Yale, Cambridge, Oxford e a de hoje, Mackenzie. Todas estas começaram como centro de estudos teológicos. Fundamentavam todo o conhecimento no estudo da Bíblia.
Agora vamos aos “embrutecidos” pela mistura venenosa à qual se referiu:
· Johannes Kepler (1571-1630) – Responsável por descobrir as leis de movimento planetário (Três Leis de Kepler). Este “bruto” disse: “O mundo da natureza, o mundo do homem, o mundo de Deus: todos eles se encaixam... (Deus) o Criador trouxe à existência todas as coisas do nada.”
· Sir Isaac Newton (1643-1727) – Esse bruto, monstro da Matemática, Física, Óptica, Astronomia, Fundador da Mecânica Clássica teve o “desplante” de aceitar a Bíblia como autoridade em todos os assuntos! Aos 27 anos este evangélico protestante inglês dedicou grande parte de seu tempo ao estudo da Teologia reformada.
· Leonhard Euler (1707-1783) – O mais prolífico matemático de todos os tempos, responsável por um terço de tudo que foi publicado na área de ciências exatas em sua época, era uma evangélico protestante suíço. Tão “embrutecido” foi que até hoje aterroriza a juventude com Cálculo Diferencial e de Variação, Funções, Teoria Numérica, Logaritmo, etc. Talvez tudo isto tenha sido fruto de misturar fé com razão... Afinal aceitava a Bíblia como única verdade absoluta! Dizia que a estrutura do Universo é perfeita em razão de um sábio Criador.
· James Clark Maxwell (1831-1879) – Outro rude evangélico protestante escocês que abalou o mundo ao publicar os fundamentos do Eletromagnetismo Clássico; As quatro equações de Maxwell, Teoria Cinética dos Gases. Responsável pela tecnologia da eletricidade e magnetismo e seu desenvolvimento atual. Como ele pode concluir e contribuir com a Ciência se estava “intoxicado” a ponto de escrever sobre a infalibilidade e inerrância da Bíblia?
· James Prescott, Joule (1818-1889) – Este deve ter sido um evangélico protestante inglês muito “grosseiro”. Ele é o Fundador da Termodinâmica, Lei de Joule, etc. Calculou a velocidade das moléculas de gás, estabeleceu o princípio da conservação de energia, Efeito Joule-Thomson, etc. Em seu livro Termodinâmica ele, em provável “desatino”, escreveu: “O próximo passo pós o conhecimento e a obediência à vontade de Deus, deve ser conhecer algo sobre seus atributos de sabedoria, poder e bondade manifesto nas obras de suas mãos”. Inclusive as primeiras Leis da Termodinâmica também contrariam a teoria da evolução!
· Wernher Von Braun (1912-1977) – Ph.D. em Ciência Aeronáutica, evangélico luterano, chamado de o pai dos foguetes, desenvolvedor do projeto Apollo, disse , provavelmente “embrutecido” pela mistura fé e Ciência: “Ao contemplar os vastos mistérios do universo, temos apenas a confirmação de nossa fé na certeza do Criador. Acho difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo, tanto quanto seria difícil compreender um teólogo que negasse os fatos da ciência”.
Esse é o tipo de cientista, gente “embrutecida”, que vai sair das escolas que ousam ensinar a ciência do criacionismo!
Se Darwin foi um gênio e os senhores acima mencionados, segundo o seu critério, foram embrutecidos pela confusão da crença e superstição misturada com a razão e a ciência, de duas, uma: ou vamos evoluir até chegarmos a macacos ou vamos concluir que os “brutos” também pensam.
Joubert de Oliveira Sobrinho
Bacharel em Publicidade e Propaganda
Mestrando em Educação Cristã
Pós-graduando em Fundamentos Cristãos da Educação - Mackenzie.
Mais uma reflexão em resposta ao artigo "Lembra-te de Darwin" postada no Pavablog:
André,
Lembra-te de dar fim!
Lembra-te de dar fim nessa bobagem!
Você sabe o que são bilhões de anos?
Temos num estacionamento, aqui perto, um fusca 63. Pensando em vendê-lo por preço de raridade, uma vez que se encontrava em perfeito estado de conservação, seu dono o foi deixando ficar...
Apenas dois anos! Não milhões ou bilhões, apenas dois anos....
Não liga mais, a ferrugem tomou conta, pneus murchos, suspensão arriada...
Dia a dia acompanhamos a sua “evolução”. Aguardamos ansiosamente o “momento mágico” daqui a não sei quantos bilhões de anos em que a sua visível degeneração - não sabemos por que força ou poder extraordinários, uma vez que no seu delírio não existe um Criador ou Ser Superior – começará a ser revertida e, finalmente, ele se transformará num Porshe, ou quem sabe numa Ferrari...
Os evolucionistas escondem a impossibilidade de qualquer coisa abandonada à própria sorte não se deteriorar completamente na quantidade de zeros que colocam nos anos que passam... 4.500.000.000 de anos... O último cálculo que vi era de 6.000.000.000.
Parece que quanto mais zeros mais, mais possibilidades de algo abandonado à própria sorte melhorar sua condição inicial.
Está convidado a acompanhar a “evolução” do fusca...
Faça sua própria agenda. Acompanhe-o semanalmente, mensalmente, ou venha vê-lo uma vez por ano.
Avise-me quando a sua visível deterioração começar a reverter sem a atuação de ninguém.
Não custa nada esperar, afinal o que são alguns bilhões de anos?
Abandone um bebê de 6 meses - não um simples ser unicelular, um protozoário -, mas um bebê completo, perfeito, bem formado, em uma praia deserta e acompanhe sua “evolução”...
Algumas horas, poucos dias, e ficará evidente que nossa tendência é a deterioração, não evolução.
Por favor, leia nessa mesma revista (edição nr. 2094) a matéria “Biologia do envelhecimento”. O que muda no corpo com o tempo.
O autor mostra de forma fantástica “O que a idade nos cobra”, o que teria acontecido “Se a evolução tivesse sido diferente” e “Qual o resultado no nosso corpo”.
Quer dizer, a suposta “evolução” foi tão perfeita que qualquer pequena diferença na sua calibragem teria inviabilizado a nossa existência. A essa perfeição damos o nome de “Criador”, coisa que o autor não fez.
Se ainda tiver dúvidas leia na última edição da Revista NewScientist o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life, detonando essa bobagem que você chama de “ciência”.
O artigo e o editorial explicam que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva:
http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
Oswaldo Chirov
Vale a pena ler na íntegra.
Lembra-te de Darwin
"É inaceitável dar criacionismo em aula de biologia. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência.".
É assustador que, às vésperas do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, escolas brasileiras estejam ensinando criacionismo nas aulas de ciências. Já se sabia que as escolas adventistas fazem isso. A novidade é que o negócio está se propagando. Em instituições tradicionais de São Paulo, como o Mackenzie, inventou-se até um método próprio para o ensino. "Antes, usávamos o material que havia disponível no mercado", explica um dos diretores da escola, Francisco Solano Portela Neto.O criacionismo é ensinado como ciência da pré-escola à 4ª série.
Não há problema em que o criacionismo seja dado nas aulas de religião, mas ensiná-lo em aulas de ciências é deseducador. Criacionismo é a explicação bíblica para a origem da vida. Diz que Deus criou tudo: o homem, a mulher, os animais, as plantas, há 6 000 anos. Quem estuda religião precisa saber disso. É uma fábula encantadora, mas não é ciência. É inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Em biologia, vale o evolucionismo de Darwin, segundo o qual todos viemos de um ancestral comum, há bilhões de anos, e chegamos até aqui porque passamos no teste da seleção natural. É a melhor (e por acaso a mais bela) explicação que a ciência encontrou sobre a aventura humana na Terra.
Quem contrabandeia o criacionismo para as aulas de biologia diz que, em respeito à "liberdade de pensamento", está "mostrando os dois lados" aos alunos. Afinal, são escolas religiosas, confessionais, e os pais podem ter escolhido matricular seus filhos ali exatamente porque o criacionismo é visto como ciência. Pode ser, errar é livre, mas que embrutece não há dúvida. Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência. É desnecessário. Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico? Também é cascata, porque, fosse verdade, a turma estaria ensinando numerologia em matemática. Ensinaria alquimia em química, dizendo, em nome da "liberdade de pensamento", que é possível transformar zinco em ouro e encontrar o elixir da longa vida...
Há pouco, na Inglaterra, um reverendo anglicano defendeu o estudo do criacionismo na educação básica. Era diretor de educação da Royal Society. Queria colocar Deus no laboratório da escola. Cortaram-lhe o pescoço. A Suprema Corte americana já examinou o assunto. Mandou o criacionismo de volta às aulas de religião. No Brasil, terra do paradoxo, o atraso avança.
Darwin foi um gênio. Em seu tempo, não se sabia como as características hereditárias eram transmitidas de pai para filho. Nem que a Terra tem 4,5 bilhões de anos e que os continentes flutuam sobre o magma. No entanto, a teoria da evolução se encaixa à perfeição nas descobertas da genética, da datação radioativa, da geologia moderna. Só um cérebro poderosamente equipado, conjugado com muito estudo, pode ir tão longe.
Confundido com criacionismo, Darwin parece um macaco tolo. É assustador.
André Petry
Revista Veja
Ao Diretor de Redação de VEJA
Caro André Petry,
Em relação ao seu artigo Lembra-te de Darwin escrevo na tentativa de aliviá-lo do susto.
Os “brutos” também pensam
Por trás de seus argumentos está a idéia de que fé e conhecimento são antagônicos; de que a Ciência trata das evidências e a fé da falta de evidências. Fé não significa falta de evidências. Mesmo assim, a concepção Naturalista apresenta o Darwinismo como verdade sendo que ela é apenas uma teoria, a teoria da Evolução.
Teoria se define como conhecimento especulativo, racional, hipótese, conjectura, justamente por não se possuir provas. Ou que certeza temos da estrutura dos organismos iniciais, da composição dos oceanos primitivos, das condições atmosféricas ou dos mecanismos da evolução? Não existem provas, mas sim hipóteses.
O que é uma hipótese? É o conjunto de condições que se supõe serem verdadeiras e que são tomadas como ponto de partida para deduções; em ciências experimentais, é a explicação plausível dos fatos, provisoriamente adotada, com o principal objetivo de submetê-la à verificação metódica através da experiência; por fim hipótese é a teoria provável mas não demonstrada.
Você não se assusta com o fato, ou melhor, com o crime, de uma teoria ser ensinada como verdade absoluta nas escolas, sendo que nos meandros científicos, há mais de 25 anos não mais se aceita que o homem tenha vindo do macaco?
Deveria se assustar, pois a Revista NewScientist acaba de lançar sua edição com o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life.
Nela está um artigo e um editorial explicando que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva.
Caso interesse
- Artigo:http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
- Editorial:http://www.newscientist.com/article/mg20126923.000-editorial-uprooting-darwins-tree.html
Você diz ser inaceitável que o criacionismo seja ensinado em biologia para explicar a origem das espécies. Você já se deu conta de que todo livro de Biologia começa criacionista? Afinal qual é a primeira Lei da Biogênese? Vida gera vida. A teoria da evolução vai contra essa Lei afirmando que a Não-vida gerou vida! E você não se assusta?
De dentro do vale da generalização e do preconceito se diz que o criacionismo é religião e não ciência. Este pensamento é tão errado quanto afirmar que a Teoria da Evolução é comprovada. O Criacionismo é Ciência sim, basta ver as divisões do estudo do Design Inteligente, de onde vem o estudo do Criacionismo, que contem o Criacionismo Especial e, neste, o Criacionismo Bíblico. Convém lembrar que a teoria do Design Inteligente (1802) foi apresentada 50 anos antes dos estudos de Darwin, com William S. Palley e sua proposta extremamente racional do relógio e o relojoeiro. Darwin leu seus livros e o elogiou dizendo ser uma das melhores partes de sua formação acadêmica.
O Dr. Michael Denton, Biólogo Molecular em sua obra Evolution: A Theory In Crisis, fez esta afirmativa em resposta à idéia de que o criacionismo é coisa religiosa: “Pelo contrário, a inferência do planejamento (teoria da criação) é uma indução puramente a posteriori baseada numa aplicação inexoravelmente consistente da lógica e da analogia. A conclusão pode ter implicações religiosas, mas não depende de pressuposições religiosas”.
Ou seja, aceitar que existe um criador é um ato racional, análise de Causa Primária, é Ciência. Agora, aceitar quem é o criador é um ato de fé. Aqui está a Pressuposição Religiosa, a Religião. A Teoria da Criação Especial apresenta propostas passíveis de observações, lógica, leis e testes científicos e, é isto que configura uma teoria séria.
Aliás, o Professor Adauto Lourenço, um respeitável cientista cristão que ama e respeita a Bíblia e trabalha e dignifica a Ciência concluiu: “A Ciência devidamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada nunca entrarão em contradição”
Com muita facilidade se despreza as grandes contribuições benéficas que a Bíblia trouxe aos que estiveram e estão sob sua influência desde há milênios.
Permita-me listar algumas. Espero que se assuste.
A ciência descobriu a pouquíssimo tempo que microorganismos causam infecções e doenças. No entanto, sem ser científica, na Bíblia, as orientações sanitárias na Lei de Moisés (orientadas por Deus) eram perfeitas para evitar epidemias e pragas entre o povo de Israel, coisa que não acontecia em outras culturas.
Até a primeira guerra mundial, dez vezes mais soldados morriam de doenças infecciosas do que de ferimentos de guerra, devido à ausência de higiene no trato com seus dejetos. No entanto, fazia parte do instrumental de cada soldado judeu, além das armas, uma pá com a qual deveria cobrir seus dejetos após defecar (Dt 23.13). Ora, Moisés foi orientado no Egito. Os egípcios acreditavam, então, que as feridas poderiam ser curadas esfregando-as com esterco de camelo. De onde veio a informação de que enterrar dejetos era mais higiênico?
Quando a peste negra atacou a Europa e quando a lepra se espalhou, os judeus eram condenados pelos simples fato de que estas pragas não estavam se alastrando em seus guetos. Por quê? Porque não tinham esgotos correndo por suas ruas como em Paris, cujo destino era o Sena onde as pessoas, além de se banharem, bebiam de suas águas.
"Recentemente" a inflexibilidade e ignorância bíblica da instituição religiosa vigente quase matou Galileu e muitos outros por afirmarem, entre outras coisas, que a terra era redonda, etc. Porém, há 700 anos a.C., o profeta Isaías (40.22) afirmava que: "Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra". No hebraico, a palavra traduzida por globo é círculo, circuito, redondeza.
Vemos o conhecimento bíblico à frente da ciência moderna em detalhes que convém considerar. No livro de Jó, alguns o consideram o livro bíblico mais antigo, nos informa que a Terra está suspensa no espaço e, no verso seguinte, fornece uma descrição da evaporação, 26.7,8.
Uma das novidades da ciência moderna foi constatar através da segunda lei da termodinâmica, que a matéria da qual o universo é feito está decaindo e que este, portanto, não é eterno. Isso não é novidade no conteúdo bíblico há milênios. No Salmo 102.25 e 26 somos informados que o universo criado por Deus irá envelhecer como uma roupa velha. Isaías 34.4 diz que o “exército do céu se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá”. Não é interessante? Ou seria assustador?
Que dizer da ordem divina de circuncidar a criança no oitavo dia? Somente um rito religioso? A ciência constatou que o fator de coagulação do sangue atinge seu ponto máximo no oitavo dia após o nascimento, depois cai novamente. Ainda que caísse num sábado a circuncisão deveria ser feita! Como conseqüência, não havia hemorragia nas crianças. O desdobramento disso? Baixa taxa de câncer cervical entre mulheres judias devido à circuncisão de seus maridos!
Em muitos hospitais da Europa, no começo do século XX, os médicos saíam da sala de autópsia e, sem lavar as mãos, iam fazer partos. As taxas de mortalidade entre mães parturientes e recém-nascidos era altíssima. Joseph Lister, que deu continuidade ao trabalho de Pasteur, levou seu departamento a lavar as mãos antes de cada procedimento médico. Resultado? Uma dramática redução na taxa de mortalidade. Ele se tornou o fundador da cirurgia anti-séptica. De onde ele tirou esta informação? Como médico cristão, resolveu aplicar os conhecimentos adquiridos na Bíblia! Neste caso a ciência levou os louros.
Nada mencionarei do caráter profético da Bíblia, inexplicável pela ciência, (centenas de profecias cumpridas ao longo da história a respeito de pessoas, cidades, povos e nações), cuja característica não se encontra em nenhum outro escrito religioso.
Neste aspecto, basta mencionar Peter Stoner, professor emérito de ciências da Faculdade de Westmont, que trabalhou com seiscentos estudantes para cálculo de probabilidade matemática de apenas oito profecias do AT serem cumpridas em qualquer pessoa da atualidade. Resultado obtido: 1 em 1017.
Para ter-se a idéia do cálculo, Lee Strobel imaginou toda a terra seca do mundo coberta com ladrilhos brancos e quadrados de 3,81 cm de lado, havendo apenas um ladrilho pintado de vermelho na parte inferior. Uma pessoa deveria perambular pelo mundo durante toda a vida pelos continentes. Ser-lhe-ia permitido abaixar uma única vez e apanhar um único ladrilho. Qual seria a probabilidade do ladrilho escolhido ser aquele cuja base estava pintada? A mesma de oito profecias do AT serem cumpridas por qualquer pessoa em toda a história. É uma análise bem científica, não acha?
Para quarenta e oito profecias do AT, o resultado foi 1 em 10157, o mesmo que localizar um átomo em um trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de bilhão de universos.
Que benefício a ciência tem oferecido em relação à morte? Não digo em relação à extensão de vida, mas à morte mesmo. Estudiosos dizem que em breve poderão prolongar a vida até 120 anos devido às conquistas da ciência. Ora, em Gênesis 6.3, Deus pôs um limite à vida humana: 120 anos. Quem falou primeiro?
Estupefato você pergunta: Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico?
Espero ajudá-lo a se livrar deste assombro listando abaixo alguns, segundo o seu critério, “embrutecidos” por confundir crença e superstição com razão e ciência.
Comecemos com as escolas “embrutecedoras”: Universidades de Harvard, Princeton, Yale, Cambridge, Oxford e a de hoje, Mackenzie. Todas estas começaram como centro de estudos teológicos. Fundamentavam todo o conhecimento no estudo da Bíblia.
Agora vamos aos “embrutecidos” pela mistura venenosa à qual se referiu:
· Johannes Kepler (1571-1630) – Responsável por descobrir as leis de movimento planetário (Três Leis de Kepler). Este “bruto” disse: “O mundo da natureza, o mundo do homem, o mundo de Deus: todos eles se encaixam... (Deus) o Criador trouxe à existência todas as coisas do nada.”
· Sir Isaac Newton (1643-1727) – Esse bruto, monstro da Matemática, Física, Óptica, Astronomia, Fundador da Mecânica Clássica teve o “desplante” de aceitar a Bíblia como autoridade em todos os assuntos! Aos 27 anos este evangélico protestante inglês dedicou grande parte de seu tempo ao estudo da Teologia reformada.
· Leonhard Euler (1707-1783) – O mais prolífico matemático de todos os tempos, responsável por um terço de tudo que foi publicado na área de ciências exatas em sua época, era uma evangélico protestante suíço. Tão “embrutecido” foi que até hoje aterroriza a juventude com Cálculo Diferencial e de Variação, Funções, Teoria Numérica, Logaritmo, etc. Talvez tudo isto tenha sido fruto de misturar fé com razão... Afinal aceitava a Bíblia como única verdade absoluta! Dizia que a estrutura do Universo é perfeita em razão de um sábio Criador.
· James Clark Maxwell (1831-1879) – Outro rude evangélico protestante escocês que abalou o mundo ao publicar os fundamentos do Eletromagnetismo Clássico; As quatro equações de Maxwell, Teoria Cinética dos Gases. Responsável pela tecnologia da eletricidade e magnetismo e seu desenvolvimento atual. Como ele pode concluir e contribuir com a Ciência se estava “intoxicado” a ponto de escrever sobre a infalibilidade e inerrância da Bíblia?
· James Prescott, Joule (1818-1889) – Este deve ter sido um evangélico protestante inglês muito “grosseiro”. Ele é o Fundador da Termodinâmica, Lei de Joule, etc. Calculou a velocidade das moléculas de gás, estabeleceu o princípio da conservação de energia, Efeito Joule-Thomson, etc. Em seu livro Termodinâmica ele, em provável “desatino”, escreveu: “O próximo passo pós o conhecimento e a obediência à vontade de Deus, deve ser conhecer algo sobre seus atributos de sabedoria, poder e bondade manifesto nas obras de suas mãos”. Inclusive as primeiras Leis da Termodinâmica também contrariam a teoria da evolução!
· Wernher Von Braun (1912-1977) – Ph.D. em Ciência Aeronáutica, evangélico luterano, chamado de o pai dos foguetes, desenvolvedor do projeto Apollo, disse , provavelmente “embrutecido” pela mistura fé e Ciência: “Ao contemplar os vastos mistérios do universo, temos apenas a confirmação de nossa fé na certeza do Criador. Acho difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo, tanto quanto seria difícil compreender um teólogo que negasse os fatos da ciência”.
Esse é o tipo de cientista, gente “embrutecida”, que vai sair das escolas que ousam ensinar a ciência do criacionismo!
Se Darwin foi um gênio e os senhores acima mencionados, segundo o seu critério, foram embrutecidos pela confusão da crença e superstição misturada com a razão e a ciência, de duas, uma: ou vamos evoluir até chegarmos a macacos ou vamos concluir que os “brutos” também pensam.
Joubert de Oliveira Sobrinho
Bacharel em Publicidade e Propaganda
Mestrando em Educação Cristã
Pós-graduando em Fundamentos Cristãos da Educação - Mackenzie.
Mais uma reflexão em resposta ao artigo "Lembra-te de Darwin" postada no Pavablog:
André,
Lembra-te de dar fim!
Lembra-te de dar fim nessa bobagem!
Você sabe o que são bilhões de anos?
Temos num estacionamento, aqui perto, um fusca 63. Pensando em vendê-lo por preço de raridade, uma vez que se encontrava em perfeito estado de conservação, seu dono o foi deixando ficar...
Apenas dois anos! Não milhões ou bilhões, apenas dois anos....
Não liga mais, a ferrugem tomou conta, pneus murchos, suspensão arriada...
Dia a dia acompanhamos a sua “evolução”. Aguardamos ansiosamente o “momento mágico” daqui a não sei quantos bilhões de anos em que a sua visível degeneração - não sabemos por que força ou poder extraordinários, uma vez que no seu delírio não existe um Criador ou Ser Superior – começará a ser revertida e, finalmente, ele se transformará num Porshe, ou quem sabe numa Ferrari...
Os evolucionistas escondem a impossibilidade de qualquer coisa abandonada à própria sorte não se deteriorar completamente na quantidade de zeros que colocam nos anos que passam... 4.500.000.000 de anos... O último cálculo que vi era de 6.000.000.000.
Parece que quanto mais zeros mais, mais possibilidades de algo abandonado à própria sorte melhorar sua condição inicial.
Está convidado a acompanhar a “evolução” do fusca...
Faça sua própria agenda. Acompanhe-o semanalmente, mensalmente, ou venha vê-lo uma vez por ano.
Avise-me quando a sua visível deterioração começar a reverter sem a atuação de ninguém.
Não custa nada esperar, afinal o que são alguns bilhões de anos?
Abandone um bebê de 6 meses - não um simples ser unicelular, um protozoário -, mas um bebê completo, perfeito, bem formado, em uma praia deserta e acompanhe sua “evolução”...
Algumas horas, poucos dias, e ficará evidente que nossa tendência é a deterioração, não evolução.
Por favor, leia nessa mesma revista (edição nr. 2094) a matéria “Biologia do envelhecimento”. O que muda no corpo com o tempo.
O autor mostra de forma fantástica “O que a idade nos cobra”, o que teria acontecido “Se a evolução tivesse sido diferente” e “Qual o resultado no nosso corpo”.
Quer dizer, a suposta “evolução” foi tão perfeita que qualquer pequena diferença na sua calibragem teria inviabilizado a nossa existência. A essa perfeição damos o nome de “Criador”, coisa que o autor não fez.
Se ainda tiver dúvidas leia na última edição da Revista NewScientist o texto de capa: DARWIN WAS WRONG – Cutting down the tree of life, detonando essa bobagem que você chama de “ciência”.
O artigo e o editorial explicam que Darwin estava errado com sua árvore filogenética da vida e apresenta comprovações que correspondem exatamente ao inverso da teoria evolutiva:
http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html?page=1
Oswaldo Chirov
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Nem Darwin nem Freud explicam
Matéria publicada na Revista Veja é, de certa forma, um impressionante material contra a teoria da evolução. Talvez não tenha sido a intenção do seu autor, mas a conclusão a que se chega é que um erro de calibragem na evolução, para mais ou para menos, teria inviabilizado a nossa vida.
Veja a matéria abaixo e tire suas conclusões:
O que muda no corpo com o tempo
Audição
O que a idade nos cobra
A exposição constante ao barulho danifica as células ciliares do ouvido interno, responsáveis pelo transporte do som até o cérebro. As dificuldades auditivas afetam 70% da população com idade acima dos 75.
Se a evolução tivesse sido diferente
Além de células sensoriais mais resistentes, poderíamos contar com orelhas maiores, de modo a captar melhor os sons.
Em compensação...
Ficaríamos zonzos com a quantidade de ruídos que passariam a ser percebidos, como o do movimento do ar ao nosso redor.
Pressão arterial
O que a idade nos cobra
O acúmulo de placas de gordura na parede das artérias leva a seu estreitamento, o que facilita o aparecimento da hipertensão. Fator de risco para doenças cardiovasculares, a pressão alta acomete 25% das pessoas com mais de 75 anos.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os vasos sanguíneos deveriam ser revestidos de tecido antiaderente que impedisse o depósito de gordura.
Em compensação...
Um revestimento assim dificultaria a transferência de nutrientes e oxigênio do sangue para os tecidos, além de reduzir a elasticidade das artérias.
Pele
O que a idade nos cobra
Com a queda na produção das fibras de colágeno e elastina, a pele fica mais fina, seca, enrugada e sujeita a infecções.
Se a evolução tivesse sido diferente
A produção de elastina e colágeno poderia ser tão vigorosa na velhice quanto é na juventude.
Em compensação...
O excesso de colágeno favoreceria inflamações como a artrite. E, em demasia, a elastina daria ao rosto o aspecto de uma máscara apertada.
Sistema imunológico
O que a idade nos cobra
As células de defesa do organismo tornam-se menos eficientes. Em alguns casos, podem até ordenar que os anticorpos ataquem o próprio organismo.
Se a evolução tivesse sido diferente
Nossas defesas permaneceriam fortes para sempre.
Em compensação...
A hiperatividade do sistema imunológico levaria a um quadro inflamatório permanente, o que aceleraria o envelhecimento.
Cérebro
O que a idade nos cobra
Com o tempo, a maioria dos neurônios tende a se degenerar. A partir dos 40 anos, também se reduz o número de sinapses, o que explica a baixa na capacidade de absorver novos conhecimentos, na velocidade dos reflexos e na coordenação motora.
Se a evolução tivesse sido diferente
A solução mais óbvia seria manter a capacidade reprodutiva dos neurônios ao longo de toda a vida.
Em compensação...
A multiplicação indefinida dos neurônios poderia elevar a probabilidade de surgimento de tumores cerebrais. Além disso, aumentaria o risco de serem estabelecidas conexões malfeitas entre os neurônios, causando distúrbios neurológicos e psiquiátricos.
Visão
O que a idade nos cobra
Uma em cada quatro pessoas com mais de 75 anos sofre de problemas visuais, impossíveis de correção pelo uso de lentes, como glaucoma e degeneração macular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os olhos poderiam ser dotados de uma membrana transparente, mas capaz de bloquear os raios ultravioletas do sol, que são extremamente danosos à visão.
Em compensação...
Com a idade, essa membrana adicional perderia a elasticidade.
Músculos
O que a idade nos cobra
A partir dos 35 anos, a comunicação entre os músculos e os neurônios motores da medula espinhal tende a enfraquecer, o que leva à perda de força muscular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Para durar mais, cada um dos músculos poderia ser regido por um feixe maior de neurônios.
Em compensação...
Para que a medula contivesse uma quantidade maior de neurônios motores, a coluna vertebral deveria ser muito mais grossa e pesada. Teríamos dificuldade para nos equilibrar e ficaríamos ainda mais vulneráveis a problemas de coluna, como a hérnia de disco.
Ossos
O que a idade nos cobra
A partir dos 30 anos, o cálcio deixa de ser reposto de maneira uniforme, o que faz com que alguns pontos do esqueleto se tornem mais frágeis e sujeitos a fraturas.
Se a evolução tivesse sido diferente
A reposição óssea deveria depender menos dos hormônios, cujas taxas caem com a idade. Bom seria se as próprias células fossem dotadas de mecanismos internos de reposição de cálcio.
Em compensação...
A excessiva calcificação do esqueleto comprometeria os movimentos do corpo.
Revista VEJA nr. 2094 – 07 de janeiro de 2009
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Veja a matéria abaixo e tire suas conclusões:
O que muda no corpo com o tempo
Audição
O que a idade nos cobra
A exposição constante ao barulho danifica as células ciliares do ouvido interno, responsáveis pelo transporte do som até o cérebro. As dificuldades auditivas afetam 70% da população com idade acima dos 75.
Se a evolução tivesse sido diferente
Além de células sensoriais mais resistentes, poderíamos contar com orelhas maiores, de modo a captar melhor os sons.
Em compensação...
Ficaríamos zonzos com a quantidade de ruídos que passariam a ser percebidos, como o do movimento do ar ao nosso redor.
Pressão arterial
O que a idade nos cobra
O acúmulo de placas de gordura na parede das artérias leva a seu estreitamento, o que facilita o aparecimento da hipertensão. Fator de risco para doenças cardiovasculares, a pressão alta acomete 25% das pessoas com mais de 75 anos.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os vasos sanguíneos deveriam ser revestidos de tecido antiaderente que impedisse o depósito de gordura.
Em compensação...
Um revestimento assim dificultaria a transferência de nutrientes e oxigênio do sangue para os tecidos, além de reduzir a elasticidade das artérias.
Pele
O que a idade nos cobra
Com a queda na produção das fibras de colágeno e elastina, a pele fica mais fina, seca, enrugada e sujeita a infecções.
Se a evolução tivesse sido diferente
A produção de elastina e colágeno poderia ser tão vigorosa na velhice quanto é na juventude.
Em compensação...
O excesso de colágeno favoreceria inflamações como a artrite. E, em demasia, a elastina daria ao rosto o aspecto de uma máscara apertada.
Sistema imunológico
O que a idade nos cobra
As células de defesa do organismo tornam-se menos eficientes. Em alguns casos, podem até ordenar que os anticorpos ataquem o próprio organismo.
Se a evolução tivesse sido diferente
Nossas defesas permaneceriam fortes para sempre.
Em compensação...
A hiperatividade do sistema imunológico levaria a um quadro inflamatório permanente, o que aceleraria o envelhecimento.
Cérebro
O que a idade nos cobra
Com o tempo, a maioria dos neurônios tende a se degenerar. A partir dos 40 anos, também se reduz o número de sinapses, o que explica a baixa na capacidade de absorver novos conhecimentos, na velocidade dos reflexos e na coordenação motora.
Se a evolução tivesse sido diferente
A solução mais óbvia seria manter a capacidade reprodutiva dos neurônios ao longo de toda a vida.
Em compensação...
A multiplicação indefinida dos neurônios poderia elevar a probabilidade de surgimento de tumores cerebrais. Além disso, aumentaria o risco de serem estabelecidas conexões malfeitas entre os neurônios, causando distúrbios neurológicos e psiquiátricos.
Visão
O que a idade nos cobra
Uma em cada quatro pessoas com mais de 75 anos sofre de problemas visuais, impossíveis de correção pelo uso de lentes, como glaucoma e degeneração macular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Os olhos poderiam ser dotados de uma membrana transparente, mas capaz de bloquear os raios ultravioletas do sol, que são extremamente danosos à visão.
Em compensação...
Com a idade, essa membrana adicional perderia a elasticidade.
Músculos
O que a idade nos cobra
A partir dos 35 anos, a comunicação entre os músculos e os neurônios motores da medula espinhal tende a enfraquecer, o que leva à perda de força muscular.
Se a evolução tivesse sido diferente
Para durar mais, cada um dos músculos poderia ser regido por um feixe maior de neurônios.
Em compensação...
Para que a medula contivesse uma quantidade maior de neurônios motores, a coluna vertebral deveria ser muito mais grossa e pesada. Teríamos dificuldade para nos equilibrar e ficaríamos ainda mais vulneráveis a problemas de coluna, como a hérnia de disco.
Ossos
O que a idade nos cobra
A partir dos 30 anos, o cálcio deixa de ser reposto de maneira uniforme, o que faz com que alguns pontos do esqueleto se tornem mais frágeis e sujeitos a fraturas.
Se a evolução tivesse sido diferente
A reposição óssea deveria depender menos dos hormônios, cujas taxas caem com a idade. Bom seria se as próprias células fossem dotadas de mecanismos internos de reposição de cálcio.
Em compensação...
A excessiva calcificação do esqueleto comprometeria os movimentos do corpo.
Revista VEJA nr. 2094 – 07 de janeiro de 2009
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
P-Problemas e P-Perspectivas de um P-Protestantismo P-Pau-brasil
“Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!”
É preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!
O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante paubrasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Po-demos permanecer perplexos!
Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo pau-brasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!
O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente pau-brasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar. Pulverizou em partículas pequeninas, precipitano-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, pro-mover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente.
Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passarse por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderam a perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!
Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e perscrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz. Para sempre permanece a Palavra (Psalmus 119.89).
Luiz Sayão
Mestre em Língua e Literatura Hebraica pela USP, é tradutor da Bíblia e professor da área bíblica do Seminário Teológico Servo de Cristo.
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É preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!
O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante paubrasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Po-demos permanecer perplexos!
Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo pau-brasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!
O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente pau-brasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar. Pulverizou em partículas pequeninas, precipitano-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, pro-mover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente.
Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passarse por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderam a perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!
Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e perscrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz. Para sempre permanece a Palavra (Psalmus 119.89).
Luiz Sayão
Mestre em Língua e Literatura Hebraica pela USP, é tradutor da Bíblia e professor da área bíblica do Seminário Teológico Servo de Cristo.
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O criador em apuros
“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” – Hebreus 11:3.
Escrevemos recentemente sobre a inauguração do LHC (Grande Colisor de Hádrons), o superacelerador de partículas da Organização Européia para a Pesquisa Nuclear.
Projeto gigantesco, que contou com quase 9.000 cientistas e teve um custo aproximado de 8 bilhões de dólares.
O choque de prótons deveria ocorrer alguns meses após a sua inauguração. Os cientistas esperavam recriar as condições no Universo pouco depois do "Big Bang" e identificar novas partículas elementares, revelando dados muito importantes sobre a natureza do cosmos.
Pois é, a imensa geringonça funcionou dez dias e quebrou. Voltará a ser ligada, provavelmente, só no segundo semestre de 2009.
Imagine! O criador do Big Bang quebrado. Agora, século XXI, tudo prontinho, tudo bem! Não fará a menor diferença. Mas, continue imaginando...
Imagine o início dos tempos... Nada existia, tudo por fazer, muito trabalho! Um pouco antes da grande explosão... defeito!
Defeito onde, se nada existia? Se não há um criador, o que há para ser reparado?
Um defeito pode até ocasionar uma grande explosão, mas temos um caso diferente aqui: um defeito inibiu a tão aguardada explosão.
Um defeito no nada, vindo do nada, sem ninguém que o conserte, ocasionando a não-geração. Por causa de um defeito, uma falha na seqüência da explosão que originou todas as coisas, coisa nenhuma teve origem: o mundo é real? nós existimos?
Que sorte! A grande explosão (a original, não a cópia forjada do século XXI) não falhou?
Será que existia uma inteligência coordenando o processo? Alguém previu e reparou possíveis falhas?
Torna-se cada vez mais difícil acreditar em coincidências cósmicas. Criaturas e objetos criados sem um Criador.
Seqüências perfeitas demais, sem defeitos de última hora; sem contratempos, que, por menores que fossem, simplesmente inviabilizariam a nossa existência.
“Se quiser contender com ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder. Quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas; quem sozinho estende os céus, e anda sobre os altos do mar; quem fez a Ursa, o Orion, o Sete-estrelo e as recâmaras do sul; quem faz grandes coisas, que se não podem esquadrinhar, e maravilhas que se não podem contar.” – Jó 9:3-10.
Escrevemos recentemente sobre a inauguração do LHC (Grande Colisor de Hádrons), o superacelerador de partículas da Organização Européia para a Pesquisa Nuclear.
Projeto gigantesco, que contou com quase 9.000 cientistas e teve um custo aproximado de 8 bilhões de dólares.
O choque de prótons deveria ocorrer alguns meses após a sua inauguração. Os cientistas esperavam recriar as condições no Universo pouco depois do "Big Bang" e identificar novas partículas elementares, revelando dados muito importantes sobre a natureza do cosmos.
Pois é, a imensa geringonça funcionou dez dias e quebrou. Voltará a ser ligada, provavelmente, só no segundo semestre de 2009.
Imagine! O criador do Big Bang quebrado. Agora, século XXI, tudo prontinho, tudo bem! Não fará a menor diferença. Mas, continue imaginando...
Imagine o início dos tempos... Nada existia, tudo por fazer, muito trabalho! Um pouco antes da grande explosão... defeito!
Defeito onde, se nada existia? Se não há um criador, o que há para ser reparado?
Um defeito pode até ocasionar uma grande explosão, mas temos um caso diferente aqui: um defeito inibiu a tão aguardada explosão.
Um defeito no nada, vindo do nada, sem ninguém que o conserte, ocasionando a não-geração. Por causa de um defeito, uma falha na seqüência da explosão que originou todas as coisas, coisa nenhuma teve origem: o mundo é real? nós existimos?
Que sorte! A grande explosão (a original, não a cópia forjada do século XXI) não falhou?
Será que existia uma inteligência coordenando o processo? Alguém previu e reparou possíveis falhas?
Torna-se cada vez mais difícil acreditar em coincidências cósmicas. Criaturas e objetos criados sem um Criador.
Seqüências perfeitas demais, sem defeitos de última hora; sem contratempos, que, por menores que fossem, simplesmente inviabilizariam a nossa existência.
“Se quiser contender com ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder. Quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas; quem sozinho estende os céus, e anda sobre os altos do mar; quem fez a Ursa, o Orion, o Sete-estrelo e as recâmaras do sul; quem faz grandes coisas, que se não podem esquadrinhar, e maravilhas que se não podem contar.” – Jó 9:3-10.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Pseudo-pentecostais: nem evangélicos, nem protestantes
Um grande equívoco cometido pelos sociólogos da religião é o de por sob a mesma rubrica de “pentecostalismo” dois fenômenos distintos. De um lado, o pentecostalismo propriamente dito, tipificado, no Brasil, pelas Assembléias de Deus; e do outro, o impropriamente denominado “neopentecostalismo”, melhor tipificado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Um estudioso propôs denominar essas últimas de pós-pentecostais: um fenômeno que se seguiu a outro, mas que com ele não se conecta, pois “neo” se refere a uma manifestação nova de algo já existente. Correntes de sociologia argentina já os denominaram de “iso-pentecostalismo”: algo que parece, mas não é. Lucidez e coragem teveWashington Franco, em sua dissertação de mestrado na Universidade
Federal de Alagoas, quando classificou o fenômeno representando pela IURD de “pseudo-pentecostalismo”: algo que não é. Um estudo acurado dos tipos ideais, Assembléia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus, sob uma ótica sociológica, ou uma ótica teológica, nos levará à conclusão que se trata de duas manifestações religiosas diversas, que não podem -- nem devem -- ser colocadas sob uma mesma classificação. Ao se somar, a partir do Censo Religioso, esses dois agrupamentos, tem-se um alto índice de “pentecostais”, constituídos, contudo, pelos que o são e pelos que não o são. Equiparar ambos os fenômenos não faz justiça à Igreja Universal e ofende a Assembléia de Deus.
Podemos afirmar, ainda, um segundo equívoco dos analistas: considerar a IURD e suas congêneres como “evangélicas”. Elas próprias, por muito tempo, relutaram em se ver como tal, pretendendo ser tidas como um fenômeno religioso distinto, e terminaram por aceitar a classificação “evangélica” por uma estratégia política de hegemonizar um segmento religioso mais amplo no cenário do Estado e da sociedade civil. O evangelicalismo é marcado pela credalidade histórica e pela ênfase doutrinária reformada na doutrina da expiação dos pecados na cruz e na necessidade de conversão, ou novo nascimento.
Se o pseudo-pentecostalismo não é pentecostalismo, nem, tampouco, evangelicalismo, também não é protestantismo. O discurso e a prática dessa expressão religiosa indicam a inexistência de vínculos ou pontos de contatos com a Reforma Protestante do Século 16: as Escrituras, Cristo, a graça, a fé. Chamar o bispo Macedo de protestante é de fazer tremer o Muro da Reforma, em Genebra, e os ossos de Lutero e Calvino em seus túmulos. Muita gente tem incluído a IURD, e assemelhadas, como pentecostais, evangélicas ou protestantes, para inflar, de forma triunfalista, os números, ou por temor de retaliações legais, ou extralegais, vindas daquelas instituições. Se sociólogos têm denominado manifestações novas na cristandade, como as Testemunhas de Jeová, os Mórmons, ou a Ciência Cristã, como “seitas para-cristãs”, podemos denominar a Igreja Universal e congêneres de “seitas para-protestantes”.
O que se constata, cada vez mais, é que o fenômeno pseudo-pentecostal tem concorrido para uma maior aproximação entre os pentecostais (já tidos como históricos, por sua antigüidade e mobilidade social e cultural) e as igrejas históricas. De um lado, os pentecostais redescobrem o valor da história, de uma confessionalidade e de uma teologia sólida; do outro, os históricos vão flexibilizando (ou ampliando) a sua pneumatologia, reconhecendo a contemporaneidade dos dons do Espírito Santo. O fosso entre pentecostais e pseudo-pentecostais tende a aumentar, não só pela aproximação entre pentecostais e históricos, mas também pela crescente adesão dos pseudo-pentecostais a ensinos e práticas sincréticas, com o catolicismo romano popular e os cultos afro-ameríndios. Quando estudantes de teologia assembleianos, batistas nacionais ou presbiterianos renovados aprendem com teólogos anglicanos (John Stott, J.I. Packer, Michael Greene, Alister McGrath, N.T. Wright), e anglicanos, luteranos ou presbiterianos usam de um louvor mais exuberante e oram por cura e libertação, na expressão de Gramsci, um novo “bloco histórico” vai se formando (retardado pelo extremo fracionamento entre ambos os segmentos), do qual, é claro, não faz parte o pseudo-pentecostalismo. Esse “bloco histórico” em formação, para se consolidar, não apenas deve se conhecer mais mutuamente, somando conceitos e subtraindo preconceitos, mas também responder aos desafios de um pluralismo que inclui a diversidade do catolicismo romano, o pseudo-pentecostalismo, o esoterismo, os sem-religião e um agressivo secularismo, emoldurado pelo relativismo pós-moderno. Isso passa, necessariamente, pelo aprender com a história da igreja -- durante, depois e “antes” da Reforma -- e pela superação de uma iconoclastia que, equivocadamente, equipara o artístico com o idolátrico.
Contamos com estadistas do reino de Deus, com humildade, visão e coragem para consolidar esse bloco?
• Robinson Cavalcanti - Extraído http://www.ultimato.com.br
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Verdade "versus" alucinação
O culto pegava fogo. O frenesi do povo crescia, estimulado por um pastor quase grisalho, engravatado e bastante brilhantina nos cabelos. Mesmo acostumado a ambientes pentecostais, estranhei o exagero dos gestos e das palavras. Concentrei-me para entender o que o pastor dizia em meio a tantos gritos. Percebi que ele literalmente dava ordens a Deus. Exigia que honrasse a sua Palavra e que não deixasse “nenhuma pessoa ali sem a bênção”. Enquanto os decibéis subiam, estranhei o tamanho da sua arrogância. A ousadia do líder contagiou os participantes. Todos pareciam valentes, cheios de coragem. Assombrei-me quando ouvi uma ordem vinda do púlpito: “Chegou a hora de colocarmos Deus no canto da parede. Vamos receber o nosso milagre e exigir os nossos direitos”. Foi a gota d’água. Levantei-me e fui embora.
Os ambientes religiosos neopentecostais se tornaram alucinatórios porque geram fascínio por poder e pela capacidade de criar um mundo protegido e previsível. Por se sentirem onipotentes, buscam produzir uma realidade fictícia. Para terem esse mundo hipotético, os sujeitos religiosos chegam ao cúmulo de se acharem gabaritados para comandar Deus. É próprio da religião oferecer segurança, mas os neopentecostais querem produzir garantia existencial com avidez.
Em seus cultos, procuram eliminar as contingências, com a imprevisibilidade dos acidentes e os contratempos do mal. Acreditam-se capazes de domesticar a vida para acabar com a possibilidade de seus filhos adoecerem, de as empresas que dirigem falirem e de se safarem caso estejam em ônibus que despenca no barranco. Almejam uma religião preventiva, que se antecipa aos solavancos da vida. Imaginam-se aptos para transformar a aventura de viver em mar de almirante ou em céu de brigadeiro.
Acontece que essa idéia de um mundo sem percalços não passa de alucinação. Por mais que se ore, por mais que se bata o pé dando ordens a Deus, o Eclesiastes adverte: “O que acontece com o homem bom, acontece com o pecador; o que acontece com quem faz juramentos acontece com quem teme fazê-lo” (9.2).
Mas a pergunta insiste: por que os cultos neopentecostais lotam auditórios e ganham força na mídia? Repito, pelo simples fato de prometerem aos fiéis o poder de controlar o amanhã, eliminar os infortúnios e canalizar as bênçãos de Deus para o presente. Quando oram, pretendem gerar ambientes pretensiosamente capazes de antever quaisquer problemas para convertê-los em fortuna e felicidade.
Esta premissa deve ser contestada. Pedir a Deus para nunca se contrariar, ou para ser poupado de acidentes, significa exigir que ele coloque os seus filhos em uma bolha de aço. A vida é contingente. Tudo pode ocorrer de bom e de ruim. Uma existência sem imprevisibilidade seria maçante. O perigo da tempestade, a ameaça da doença, a iminência da morte fazem o dia-a-dia interessante.
A verdade não produz necessariamente felicidade. Verdade conduz à lucidez. O delírio, porém, tranqüiliza e gera um contentamento falso. Muitos recorrem à religião porque desejam fugir da verdade e se arrasam porque a paz que a alucinação produz não se sustenta diante dos fatos.
Cedo ou tarde, a tempestade chega, o “dia mau” se impõe e o arrazoamento do religioso cai por terra. Interessante observar que Jesus nunca fez promessas mirabolantes. Como não se alinhou aos processos alienantes da religião, ele não garantiu um mundo seguro para os seus seguidores. Pelo contrário, avisou que os enviaria como ovelhas para o meio dos lobos e advertiu que muitos seriam entregues à morte por seus familiares. Sem rodeio, afirmou: “No mundo vocês terão aflições”.
Quando o Espírito conduziu Jesus para o deserto, o Diabo lhe ofereceu uma vida segura, sem imprevistos. As três tentações foram ofertas de provisão, prevenção e poder, mas ele as rechaçou porque as considerou mentirosas. O mundo que o Diabo prometia não existe.
Porém as pessoas preferem acreditar em suas ilusões. Fugir da crueza da vida é uma grande tentação. Em um primeiro momento, parece cômodo refugiar-se da realidade, negando-a. É bom acreditar que a riqueza, a saúde, a felicidade estão pertinho dos que souberem manipular Deus.
O mundo neopentecostal se desconectou da realidade. Seus seguidores vivem em negação. Não aceitam partilhar a sorte de todos os mortais. Confundem esperança com deslumbre, virtude com onipotência mágica, culto com manipulação de forças esotéricas e espiritualidade com narcisismo religioso.
Os sociólogos têm razão: o crescimento numérico dos evangélicos não arrefecerá nos próximos anos. Entretanto, o problema é qualitativo. O rastro de feridos e decepcionados que embarcaram nessas promessas irreais já é maior do que se imagina.
A demanda por cuidado pastoral vai aumentar. Os egressos do “avivamento evangélico” baterão à porta dos pastores, perguntando: “Por que Deus não me ouviu?” ou “O que fiz de errado?”. Será preciso responder carinhosamente: “Não houve nada de errado com você. Deus não lhe tratou com indiferença. Você apenas alucinou sobre o mundo e misturou fé com fantasia”.
“Soli Deo Gloria”.
• Ricardo Gondim
Revista Ultimato
Os ambientes religiosos neopentecostais se tornaram alucinatórios porque geram fascínio por poder e pela capacidade de criar um mundo protegido e previsível. Por se sentirem onipotentes, buscam produzir uma realidade fictícia. Para terem esse mundo hipotético, os sujeitos religiosos chegam ao cúmulo de se acharem gabaritados para comandar Deus. É próprio da religião oferecer segurança, mas os neopentecostais querem produzir garantia existencial com avidez.
Em seus cultos, procuram eliminar as contingências, com a imprevisibilidade dos acidentes e os contratempos do mal. Acreditam-se capazes de domesticar a vida para acabar com a possibilidade de seus filhos adoecerem, de as empresas que dirigem falirem e de se safarem caso estejam em ônibus que despenca no barranco. Almejam uma religião preventiva, que se antecipa aos solavancos da vida. Imaginam-se aptos para transformar a aventura de viver em mar de almirante ou em céu de brigadeiro.
Acontece que essa idéia de um mundo sem percalços não passa de alucinação. Por mais que se ore, por mais que se bata o pé dando ordens a Deus, o Eclesiastes adverte: “O que acontece com o homem bom, acontece com o pecador; o que acontece com quem faz juramentos acontece com quem teme fazê-lo” (9.2).
Mas a pergunta insiste: por que os cultos neopentecostais lotam auditórios e ganham força na mídia? Repito, pelo simples fato de prometerem aos fiéis o poder de controlar o amanhã, eliminar os infortúnios e canalizar as bênçãos de Deus para o presente. Quando oram, pretendem gerar ambientes pretensiosamente capazes de antever quaisquer problemas para convertê-los em fortuna e felicidade.
Esta premissa deve ser contestada. Pedir a Deus para nunca se contrariar, ou para ser poupado de acidentes, significa exigir que ele coloque os seus filhos em uma bolha de aço. A vida é contingente. Tudo pode ocorrer de bom e de ruim. Uma existência sem imprevisibilidade seria maçante. O perigo da tempestade, a ameaça da doença, a iminência da morte fazem o dia-a-dia interessante.
A verdade não produz necessariamente felicidade. Verdade conduz à lucidez. O delírio, porém, tranqüiliza e gera um contentamento falso. Muitos recorrem à religião porque desejam fugir da verdade e se arrasam porque a paz que a alucinação produz não se sustenta diante dos fatos.
Cedo ou tarde, a tempestade chega, o “dia mau” se impõe e o arrazoamento do religioso cai por terra. Interessante observar que Jesus nunca fez promessas mirabolantes. Como não se alinhou aos processos alienantes da religião, ele não garantiu um mundo seguro para os seus seguidores. Pelo contrário, avisou que os enviaria como ovelhas para o meio dos lobos e advertiu que muitos seriam entregues à morte por seus familiares. Sem rodeio, afirmou: “No mundo vocês terão aflições”.
Quando o Espírito conduziu Jesus para o deserto, o Diabo lhe ofereceu uma vida segura, sem imprevistos. As três tentações foram ofertas de provisão, prevenção e poder, mas ele as rechaçou porque as considerou mentirosas. O mundo que o Diabo prometia não existe.
Porém as pessoas preferem acreditar em suas ilusões. Fugir da crueza da vida é uma grande tentação. Em um primeiro momento, parece cômodo refugiar-se da realidade, negando-a. É bom acreditar que a riqueza, a saúde, a felicidade estão pertinho dos que souberem manipular Deus.
O mundo neopentecostal se desconectou da realidade. Seus seguidores vivem em negação. Não aceitam partilhar a sorte de todos os mortais. Confundem esperança com deslumbre, virtude com onipotência mágica, culto com manipulação de forças esotéricas e espiritualidade com narcisismo religioso.
Os sociólogos têm razão: o crescimento numérico dos evangélicos não arrefecerá nos próximos anos. Entretanto, o problema é qualitativo. O rastro de feridos e decepcionados que embarcaram nessas promessas irreais já é maior do que se imagina.
A demanda por cuidado pastoral vai aumentar. Os egressos do “avivamento evangélico” baterão à porta dos pastores, perguntando: “Por que Deus não me ouviu?” ou “O que fiz de errado?”. Será preciso responder carinhosamente: “Não houve nada de errado com você. Deus não lhe tratou com indiferença. Você apenas alucinou sobre o mundo e misturou fé com fantasia”.
“Soli Deo Gloria”.
• Ricardo Gondim
Revista Ultimato
As vacas de Basã e o touro de Wall Street
Em Deus e o Mundo dos Negócios, Paul Stevens, autor também de A Espiritualidade na Prática, lembra uma história conhecida, especialmente do público norte-americano, que começa com a frase “você tem duas vacas”. Ele cita Richard Higginson em uma abordagem sobre investimentos, em seu livro Questions of Business Life [Questões da vida de negócios]. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Feudalismo: Você tem duas vacas. O seu senhor fica com parte do leite.
Fascismo: Você tem duas vacas. O governo fica com as duas, contrata você para cuidar delas e vende o leite para você.
Comunismo: Você tem duas vacas. Você tem que cuidar delas, mas o governo fica com todo o leite.
Capitalismo: Você tem duas vacas. Você vende uma e compra um touro. O seu rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e se aposenta com o lucro.
Capitalismo segundo a Enron [ou, atualizando, segundo as “Instituições Financeiras” em Wall Street]: Você tem duas vacas. Vende três para sua companhia de capital aberto usando cartas de crédito abertas pelo seu cunhado em um banco. Em seguida, faz um acordo para quitar a dívida com participação acionária, e pode, então, adquirir todas as quatro vacas de volta, com isenção de taxas para as cinco vacas. Os direitos sobre o leite das seis vacas são transferidos por meio de um intermediário para uma empresa nas Ilhas Cayman, que pertence secretamente a um dos acionistas majoritários, que vende os direitos de todas as sete vacas de volta para a sua companhia de capital aberto.
O relatório anual da “Instituição” aponta que a companhia possui oito vacas, com opção de compra para uma nona.
E, por falar em vaca, lembro-me também das de Basã, gordas e satisfeitas, que nos foram apresentadas por Amós (Am 4.1).
Com a palavra, o próprio:“Eu sei das muitas maldades e dos graves pecados que vocês cometem. Vocês oprimem o justo, recebem suborno e impedem que se faça justiça ao pobre nos tribunais” (Am 5.12).“Está chegando o dia em que mandarei fome pelo país inteiro. Todos ficarão com fome, mas não por falta de comida, e com sede, mas não por falta de água. Todos terão fome e sede de ouvir a mensagem de Deus, o Senhor” (Am 8.11).
• Marcos Bontempo, editor. http://www.ultimato.com.br/
Feudalismo: Você tem duas vacas. O seu senhor fica com parte do leite.
Fascismo: Você tem duas vacas. O governo fica com as duas, contrata você para cuidar delas e vende o leite para você.
Comunismo: Você tem duas vacas. Você tem que cuidar delas, mas o governo fica com todo o leite.
Capitalismo: Você tem duas vacas. Você vende uma e compra um touro. O seu rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e se aposenta com o lucro.
Capitalismo segundo a Enron [ou, atualizando, segundo as “Instituições Financeiras” em Wall Street]: Você tem duas vacas. Vende três para sua companhia de capital aberto usando cartas de crédito abertas pelo seu cunhado em um banco. Em seguida, faz um acordo para quitar a dívida com participação acionária, e pode, então, adquirir todas as quatro vacas de volta, com isenção de taxas para as cinco vacas. Os direitos sobre o leite das seis vacas são transferidos por meio de um intermediário para uma empresa nas Ilhas Cayman, que pertence secretamente a um dos acionistas majoritários, que vende os direitos de todas as sete vacas de volta para a sua companhia de capital aberto.
O relatório anual da “Instituição” aponta que a companhia possui oito vacas, com opção de compra para uma nona.
E, por falar em vaca, lembro-me também das de Basã, gordas e satisfeitas, que nos foram apresentadas por Amós (Am 4.1).
Com a palavra, o próprio:“Eu sei das muitas maldades e dos graves pecados que vocês cometem. Vocês oprimem o justo, recebem suborno e impedem que se faça justiça ao pobre nos tribunais” (Am 5.12).“Está chegando o dia em que mandarei fome pelo país inteiro. Todos ficarão com fome, mas não por falta de comida, e com sede, mas não por falta de água. Todos terão fome e sede de ouvir a mensagem de Deus, o Senhor” (Am 8.11).
• Marcos Bontempo, editor. http://www.ultimato.com.br/
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Samuel não Saul
Ontem recebi um e-mail de um irmão oferecendo seus serviços de consultoria em marketing. Ele acreditou que poderia fazer com que nosso índice de rejeição diminua, e dessa forma nos tornemos mais populares. “Estratégias de Deus”, propagandizava.
Ele não se deu conta, primeiro de que eu fiz uma ótima carreira como profissional de marketing, integrei vários cases significativos ao meu port-folio, desenvolvi teorias, modelos, programas e ferramentas de administração mercadológica, fiz conferências na ESPM por exemplo e treinei executivos no Brasil e no exterior, além de tudo ainda sou apaixonado pela administração com foco no mercado. Portanto, nossa ausência em marketing, como ministério, é intencional e propositada.
Nossa postura na AMME poderia até mesmo ser chamada de anti-marketing. Quando alguém convida pessoas para um evento como foi o Encontro Nacional e divulga que vai falar contra o divórcio, contra o comodismo, o materialismo, a falta de disposição para a evangelização, ao invés de ganhar mais clientes, perde, ao invés de se tornar mais popular, arranja inimigos. E porque agimos assim? É porque discordamos do marketing em princípio. O marketing estuda os potenciais clientes para lhes oferecer um produto que desejem e assim o tornem irrecusável. Mas o cliente da igreja não é o povo, nosso “cliente” é Deus. A igreja existe para agradar e servir somente a Ele!
Aqueles que querem diminuir o nível de rejeição são como Saul que fez tudo o que pôde para manter os soldados motivados e interessados em suas propostas, até sacrificou em desobediência. Quando Samuel chegou, pensando em agradar somente a Deus e não aos homens, repreendeu duramente a Saul da parte do Senhor. Aquele poderia ter sido um grande rei em Israel, mas era um marketeiro e por isso perdeu o reino!
Não são poucas as pessoas que se sentem mal quando são confrontadas por sua indolência e falta de iniciativa diante do IDE de Cristo. Muitas se recusam a ouvir a mensagem que temos a transmitir: Quereis ir vós também? Estamos conscientes de que não transformaremos a realidade de mundanismo e corrupção fazendo marketing, e ainda que um ou outro conhecimento humano sirva para adubar nosso ministério, nós temos escolhido o caminho de Samuel e não o de Saul!
Artigo publicado pelo missionário
José Bernardo no blog.evangelizabrasil.com
.
Ele não se deu conta, primeiro de que eu fiz uma ótima carreira como profissional de marketing, integrei vários cases significativos ao meu port-folio, desenvolvi teorias, modelos, programas e ferramentas de administração mercadológica, fiz conferências na ESPM por exemplo e treinei executivos no Brasil e no exterior, além de tudo ainda sou apaixonado pela administração com foco no mercado. Portanto, nossa ausência em marketing, como ministério, é intencional e propositada.
Nossa postura na AMME poderia até mesmo ser chamada de anti-marketing. Quando alguém convida pessoas para um evento como foi o Encontro Nacional e divulga que vai falar contra o divórcio, contra o comodismo, o materialismo, a falta de disposição para a evangelização, ao invés de ganhar mais clientes, perde, ao invés de se tornar mais popular, arranja inimigos. E porque agimos assim? É porque discordamos do marketing em princípio. O marketing estuda os potenciais clientes para lhes oferecer um produto que desejem e assim o tornem irrecusável. Mas o cliente da igreja não é o povo, nosso “cliente” é Deus. A igreja existe para agradar e servir somente a Ele!
Aqueles que querem diminuir o nível de rejeição são como Saul que fez tudo o que pôde para manter os soldados motivados e interessados em suas propostas, até sacrificou em desobediência. Quando Samuel chegou, pensando em agradar somente a Deus e não aos homens, repreendeu duramente a Saul da parte do Senhor. Aquele poderia ter sido um grande rei em Israel, mas era um marketeiro e por isso perdeu o reino!
Não são poucas as pessoas que se sentem mal quando são confrontadas por sua indolência e falta de iniciativa diante do IDE de Cristo. Muitas se recusam a ouvir a mensagem que temos a transmitir: Quereis ir vós também? Estamos conscientes de que não transformaremos a realidade de mundanismo e corrupção fazendo marketing, e ainda que um ou outro conhecimento humano sirva para adubar nosso ministério, nós temos escolhido o caminho de Samuel e não o de Saul!
Artigo publicado pelo missionário
José Bernardo no blog.evangelizabrasil.com
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Cansei de ser Freud

Por Walcyr Carrasco
27.08.2008
De uns tempos para cá tudo tem explicação psicológica.
27.08.2008
De uns tempos para cá tudo tem explicação psicológica.
Marco um jantar com um amigo. Ele chega 45 minutos atrasado, quando eu já estava indo embora. Reclamo. Em vez de pedir desculpas, responde que sou um chato com horário. Discutimos. Dali a alguns dias, uma amiga comum vem defendê-lo:
– Você tem de entender. O pai dele era muito rígido. Tem problema em cumprir compromisso. É uma espécie de rebeldia, sabe?
– Você tem de entender. O pai dele era muito rígido. Tem problema em cumprir compromisso. É uma espécie de rebeldia, sabe?
Francamente, não sei. Fiquei plantado e nem posso reclamar? A maior parte das pessoas – eu inclusive – nunca estudou Freud e outros mestres do inconsciente em profundidade. Lêem-se artigos de revistas, livros de auto-ajuda. Aprende-se em bate-papos com amigos. Mas ouço explicações para cada coisa!
Conheço um senhor que abandonou mulher e filhos. Ela batalhou, criou as crianças sozinha. Quando adolescentes, ele ainda botou os meninos contra a mãe, através de vários artifícios. Foi um horror. Ouvi a ex-mulher, já casada novamente, comentar:
– Ele é assim porque veio de uma família desestruturada.
– Quantos saíram de lares complicados e nem por isso são cafajestes? – arrisquei.
Ela me encarou, furiosa:
– Você é moralista.
Se isso é ser moralista, sou sim. Acho obrigação do homem separado ajudar na manutenção dos filhos.
Tudo o que antes era "errado", "safado" ou mesmo "maldade" ganhou explicação.
A mulher apronta o diabo nas costas do namorado e se descobre que ela tem um problema de rejeição – e para superá-lo quer conquistar a todos que vê pela frente. Bela análise! Mas o que deve fazer o namorado? Dar carona cada vez que ela for resolver seu problema de rejeição com outro?
Fazer terapia é muito bom. Eu faço há muito tempo. Garanto que se não fosse minha primeira terapeuta, Aurea, não seria um escritor. Até então, nunca tinha conseguido concluir um texto iniciado. Graças ao atual, Vicente, continuo produzindo, tendo uma vida emocional com qualidade e resistindo aos impactos da vida profissional.
Não concordo com a mania de todo mundo querer agir como terapeuta. Se a omelete vem salgada, a secretária do lar explica:
– Estou com a cabeça cheia de problemas porque meu irmão pegou mania de roubar. É que sempre tivemos pouco em casa e ele cresceu querendo mais.
O ladrão, em vez de ser advertido, está sendo... compreendido! Alguém está sendo despojado de seus bens por conta do trauma. E eu fico com a omelete salgada!
Pior quando a psicologia vira argumento em causa própria:
– Sou gorda porque tenho trauma de infância. Minha mãe me dava comida gostosa quando eu ficava doente e agora identifico comida com amor.
– Não suporto tomar banho porque meu pai me obrigava a tomar uma ducha fria de manhã.
– Não sou safado. Só não consigo me prender a mulher nenhuma porque meus pais viviam mal.
Existem questões sérias a ser resolvidas em um consultório, é claro. A psicologia deu uma grande contribuição ao mundo moderno, tornando todos mais compreensivos. Mas não quero ser terapeuta no dia-a-dia. Para mim, gente que faz maldade com criança é ruim! Conceitos antigos como bom e ruim têm muito valor. Hoje ficou tão fácil! A pessoa acredita que é uma vítima das circunstâncias e desculpa a si mesma. Depois, fica prontinha para outra!
Eu, hein? Posso ser rígido, mas não tonto. Quando alguém apronta comigo, não me sinto disposto a compreender seus traumas de infância. Fico bravo! É melhor nem chegar perto!
Fonte: Revista Veja São Paulo
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
China se transforma no maior produtor mundial de bíblias
O êxito da Bíblia em mandarim evidencia mais uma faceta do gigantismo chinês. No país asiático não se comemora o Natal, o final do ano é em fevereiro e boa parte da população, sobretudo a rural, nunca ouviu falar de Jesus ou o associa a uma lenda.
Apenas 1% dos chineses são cristãos. Mas, mesmo assim, uma fábrica chinesa de bíblias, voltada principalmente para o mercado interno, é a maior produtora mundial do livro religioso. As informações são do El Periódico.
Desde que foi inaugurada, em 1986, a companhia Amity Printing já imprimiu 50 milhões de bíblias. Cerca de 80% delas são em mandarim e custam menos de 1 euro. Mas também são editados exemplares em oito línguas de minorias étnicas.
Uma parte das bíblias produzidas é exportada: a maioria vai para a África, para a Ásia e para a Europa Central. Há bíblias em 90 idiomas. As vendas aumentaram de meio milhão de exemplares em 1988 para 6,5 milhões em 2005. O mais recente sucesso é a edição de bolso, destinada ao público jovem.
Fonte: Redação Terra
Apenas 1% dos chineses são cristãos. Mas, mesmo assim, uma fábrica chinesa de bíblias, voltada principalmente para o mercado interno, é a maior produtora mundial do livro religioso. As informações são do El Periódico.
Desde que foi inaugurada, em 1986, a companhia Amity Printing já imprimiu 50 milhões de bíblias. Cerca de 80% delas são em mandarim e custam menos de 1 euro. Mas também são editados exemplares em oito línguas de minorias étnicas.
Uma parte das bíblias produzidas é exportada: a maioria vai para a África, para a Ásia e para a Europa Central. Há bíblias em 90 idiomas. As vendas aumentaram de meio milhão de exemplares em 1988 para 6,5 milhões em 2005. O mais recente sucesso é a edição de bolso, destinada ao público jovem.
Fonte: Redação Terra
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Se beber não mergulhe
Lei que proíbe embebedar peixes é a 'mais ridícula' do mundo
Projeto vigora em Ohio, nos EUA; pesquisa britânica apontou leis mais bizarras aprovadas em diversos países
LONDRES - Uma sondagem realizada por uma televisão britânica escolheu uma lei do Estado americano de Ohio que proíbe embebedar peixes como a 'mais ridícula' já implementada no mundo.
A pesquisa da UKTV Gold, que ouviu 3.931 pessoas, teve como objetivo listar as legislações mais bizarras do Reino Unido e de outros países.
A lei que estabelece que é proibido morrer dentro do Parlamento foi eleita a mais absurda do Reino Unido, seguida por uma outra que diz ser traição colar um selo da rainha ou do rei de cabeça para baixo.
Logo depois, está a legislação que estabelece que as mulheres de Liverpool, no norte do país, só podem fazer topless em público se trabalharem em uma peixaria.
Outras leis americanas estiveram entre as mais cotadas, como a que proíbe dirigir com os olhos vendados no estado no Alabama, e a punição com prisão para as mulheres solteiras que saltarem de pára-quedas na Flórida aos domingos.
Outro destaque entre as mais votadas foi a lei que proíbe dar o nome de Napoleão a porcos na França.
Fonte: BBC Brasil - BBC
Projeto vigora em Ohio, nos EUA; pesquisa britânica apontou leis mais bizarras aprovadas em diversos países
LONDRES - Uma sondagem realizada por uma televisão britânica escolheu uma lei do Estado americano de Ohio que proíbe embebedar peixes como a 'mais ridícula' já implementada no mundo.
A pesquisa da UKTV Gold, que ouviu 3.931 pessoas, teve como objetivo listar as legislações mais bizarras do Reino Unido e de outros países.
A lei que estabelece que é proibido morrer dentro do Parlamento foi eleita a mais absurda do Reino Unido, seguida por uma outra que diz ser traição colar um selo da rainha ou do rei de cabeça para baixo.
Logo depois, está a legislação que estabelece que as mulheres de Liverpool, no norte do país, só podem fazer topless em público se trabalharem em uma peixaria.
Outras leis americanas estiveram entre as mais cotadas, como a que proíbe dirigir com os olhos vendados no estado no Alabama, e a punição com prisão para as mulheres solteiras que saltarem de pára-quedas na Flórida aos domingos.
Outro destaque entre as mais votadas foi a lei que proíbe dar o nome de Napoleão a porcos na França.
Fonte: BBC Brasil - BBC
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
O Bispo e o aborto
Trecho da polêmica entrevista concedida pelo Bispo Edir Macedo ao Jornal Folha S Paulo (13/10/07) defendendo abertamente a prática do aborto:
FOLHA - Para o papa Bento 16, o problema fundamental do mundo contemporâneo é uma crise de valores, onde o homem tenta ocupar o lugar de Deus. O sr. concorda com essa afirmação? Por quê?
MACEDO - Em alguns casos, acredito que ele tenha razão. Porque alguns mortais têm pensado que estão acima do bem e do mal. Mas, depois de mortos, o máximo que lhes resta é uma placa na praça onde os cães fazem xixi.
FOLHA - Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?
MACEDO - Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes:
1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte;
2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?
3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?
4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas?
5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.
FOLHA - "Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la", segundo a Bíblia. Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?
MACEDO - A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes.
O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.
FOLHA - Para o papa Bento 16, o problema fundamental do mundo contemporâneo é uma crise de valores, onde o homem tenta ocupar o lugar de Deus. O sr. concorda com essa afirmação? Por quê?
MACEDO - Em alguns casos, acredito que ele tenha razão. Porque alguns mortais têm pensado que estão acima do bem e do mal. Mas, depois de mortos, o máximo que lhes resta é uma placa na praça onde os cães fazem xixi.
FOLHA - Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?
MACEDO - Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes:
1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte;
2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?
3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?
4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas?
5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.
FOLHA - "Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la", segundo a Bíblia. Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?
MACEDO - A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes.
O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007

A sabedoria da Ford e a estupidez de Darwin
Diz o tolo em seu coração: “Deus não existe”. Corromperam-se e cometeram atos detestáveis; não há ninguém que faça o bem - Salmo 14:1
Diz o Fiesta em seu módulo de controle computadorizado: A Ford não existe.
Diz o Fiesta em seu módulo de controle computadorizado: A Ford não existe.
O Vectra sente o mesmo em seu módulo de injeção eletrônica: a Chevrolet também não existe.
Somos produtos do acaso, de várias décadas de evolução dos antigos carros de boi através das poeirentas estradas brasileiras.
Os dois automóveis, de montadoras concorrentes, puseram-se a pensar e a conversar sobre o grau de complexidade e perfeição tecnológica a que chegaram:
- Se não somos produtos bem planejados e acabados de montadoras inteligentes, como vamos explicar, então, os modernos recursos que têm nos tornado peças de tecnologia e conforto tão cobiçadas pelos homens?
- De fato, nossos computadores já conseguem distinguir de três a quatro tipos diferentes de combustíveis, adaptando-se a eles automaticamente.
- E se usarmos aquele argumento, como é mesmo o nome? - Seleção natural??? Será que cola?
- Porque não? Imagine a cena: Fim do século XIX. Andando pelas estradas poeirentas e esburacadas deste país, as antigas carroças puxadas por cavalos, de tanto chacoalhar e causar desconforto aos seus pobres passageiros, começaram de forma espontânea e natural a ver crescer uma proteção emborrachada em suas rodas. Com o passar do tempo, apenas as carroças mais fortes e melhor cuidadas permaneceram rodando. As demais desapareceram. Essas proteções emborrachadas, com o passar dos anos e do uso acabaram se transformando nos pneus que hoje conhecemos.
- Como nas viagens mais longas, as estradas eram muito escuras à noite, um breu, sem nenhum tipo de iluminação ou sinalização, essas carroças, muito espertas que eram, viram aparecer - do nada - nas suas partes frontais, pequenas lanternas com velas dentro para iluminar o caminho à frente, evitando assim desastres que poderiam ser fatais. Imagine a surpresa e a emoção dos condutores e passageiros no decorrer dos anos, percebendo a transformação e evolução das rudimentares lanternas em lamparinas, lâmpadas, faróis precários, até chegar aos modernos e potentes faróis bi-parábolas que possuímos hoje.
- É, parece que faz sentido! Sem engenharia, sem nenhum planejamento, sem “design inteligente”, sem investimento de bilhões de dólares. Nada.
- É, parece que estamos conseguindo explicar a origem dos modernos automóveis, como os conhecemos.
- Isso mesmo! E já que a nossa velocidade hoje é incomparavelmente maior, logo, logo, com um pouco de paciência, as asas surgirão. Mais um passo inexplicável e totalmente espontâneo na nossa evolução.
Na bíblia, a pessoa que não crê num Deus criador é chamada de tola. Porque será?
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